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Filhos com febre, pais desesperados: o que é a “febrefobia”

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Ricardo Sanches - publicado em 29/03/22

As queixas de febre representam 65% dos atendimentos de emergência no Brasil. Ao ver o filho com altas temperaturas corporais, muitos pais sentem medo e angústia

Aqui em casa é sempre assim: quando um de nossos filhos está com febre, minha esposa e eu ficamos bem preocupados.

A febre, como os médicos explicam, é um sinal de que algo não vai bem no organismo. Mas o quê? Um vírus, uma doença mais grave? Essa incerteza é que nos tira o sono, causa medo e angústia.

Meu caçula, por exemplo, já teve repetidos quadros de febre. Algumas vezes, chegou a ficar três dias consecutivos com temperaturas acima de 38,5°C. Mas não apresentava nenhum outro sintoma.

Para nós, simples pais mortais, é difícil compreender quando os médicos dizem sobre a necessidade de aguardar o mínimo de horas para fazer exames mais detalhados, além do clínico.

Por isso, passamos noites em claro com ele, em observação e pedindo a Deus para que a temperatura volte ao normal e que seja descoberto a que o sistema imunológico dele está reagindo, através da febre.

A “febrefobia”

O medo, a angústia e a incerteza diante de um quadro febril têm nome. Os especialistas chamam de “febrefobia”.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) explica:

“Embora na maioria das vezes seja a primeira manifestação de infecções virais agudas, a presença da febre é temida, pois também pode se apresentar como sinal inicial de doenças graves. Nessa hora o racional e o inconsciente se misturam, a ponto de se cunhar um termo específico para expressar esta forte sensação de ansiedade acompanhada de intensa insegurança: febrefobia.”

E, se você se identifica com essa ansiedade diante da febre dos seus filhos, saiba que não está sozinho(a). Segundo a SBP, a febre representa 65% das queixas no atendimentos de emergência no Brasil.

“Febre não é doença”

É difícil entendermos isso, mas os médicos sempre ressaltam: febre não é doença. Os especialistas também dizem que é preciso ficar alerta ao aumento da temperatura corporal das crianças. Mas o sintoma não deveria desesperar os pais (ok, estou tentando!).

Para os pediatras, os pais devem se preocupar apenas nos seguintes casos:

– Bebês abaixo de 3 meses de idade com temperaturas acima de 38ºC;

– quando, depois de a temperatura abaixar, a criança permanecer irritada, com choro persistente, mole, apática, com pouca reação, sem querer se alimentar;

– quando a febre for acompanhada de sintomas persistentes como dor de cabeça, pele vermelha, dificuldade de dobrar o pescoço, vômitos, confusão, irritabilidade extrema ou sonolência, dificuldade para respirar e queda do estado geral.

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