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Pe. Zezinho: “a atleta em segundo lugar ficou chorando sozinha”

2 min de leitura
Ficar em segundo lugar

Crédito: sportoakimirka / Shutterstock

"Ninguém a abraçou, ninguém chegou perto, ninguém deu uma palavra de conforto. Eram lágrimas de uma jovem que chegara ao segundo lugar, mas ninguém festejou sua vitória"

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A atleta que ficou em segundo lugar, com 18 anos, ficou chorando sozinha, observou o pe. Zezinho a respeito de um torneio de tênis.

Ele escreveu, em sua rede social, as seguintes reflexões sobre o estranho e injusto tratamento dispensado a quem conquista a segunda mais elevada posição em uma competição, mas é sempre vista como a perdedora:

A vitória que poucos reconhecem

A corrida espiritual

O pe. Zezinho então aplicou a reflexão ao contexto espiritual: