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Você tem uma personalidade colérica? Este exercício vai mudar a sua vida!

WOMAN,ANGRY,EYES

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Edifa - publicado em 16/03/20

Você é inclinado à raiva e não sabe como sair desses acessos que prejudicam aqueles ao seu redor e, acima de tudo, a si mesmo? Aqui estão algumas dicas para ajudar você a entender esse vício que pode estar arruinando sua vida

A raiva é uma emoção – uma doença da alma, diriam alguns – que destrói a paz interior e exterior daqueles que ela toca. A pessoa que é possuída dessa maneira expressa seu desejo não realizado de dominação, diante de outro com quem ela convive.

Será que é possível remediar essa inclinação que deixa o próprio colérico tão infeliz, sem que isso o faça desistir de ser ele mesmo?

Dê um passo atrás, com humor

O próprio fato de reconhecer e aceitar essa fragilidade é um primeiro passo no caminho para dominar melhor essa emoção. O próximo será, sem dúvida, aprender a detectar o detonador antes que ele exploda, e observar os sinais físicos que acompanham a raiva (respiração, batimento cardíaco, etc.).

Isso pode ser suficiente para conseguir acalmar-se. E então, calmamente, dê um passo para trás, possivelmente com humor. Dizer pequenas frases como “O que você acabou de me dizer me machucou muito“, pode confundir um ente querido, que não teve necessariamente uma intenção maliciosa.

De qualquer forma, tenha cuidado ao agir sob a influência da raiva, que é um péssimo conselheiro, como diz o ditado. Se perdermos o controle, teremos de reparar as consequências.

Acima de tudo, não demore a pedir perdão. O perdão, pedido e dado, é um bálsamo que permite que você comece novamente com um coração mais leve. Você não deve perder essa oportunidade!

Gentileza e humildade para com os outros e com você mesmo

Mais fundamentalmente, e de acordo com o conselho de São Francisco de Sales, o desenvolvimento de nossas virtudes de gentileza e humildade nos preserva do orgulho e do borbulhar que os insultos normalmente causam em nossos corações.

Gentileza e humildade para com os outros: façamos o possível para tratar os outros com uma boa intenção no coração. Doçura e humildade para consigo mesmo: levantemo-nos mais uma vez e invoquemos a misericórdia de Deus.

Marie-Noël Florant (Conselheira conjugal e familiar)

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