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Festividade do dia

quinta-feira 12 setembro
Bem-aventurada Maria Luisa Angélica (Gertrudes) Prosperi

Religiosa beneditina (†1847)

ANGELS
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Chamava-se Gertrudes Prosperi e nascera em 19de agosto de 1799, numa aldeia situada na região italiana da Úmbria, famosa por ter tido entre seus filhos um dos santos mais populares do planeta: São Francisco de Assis. A família de Gertrudes, embora fizesse parte da nobreza local, vivia com dificuldades econômicas – o que não deixa de ser uma ironia: embora o sobrenome da família fosse “prosperi” (prósperos), viviam na pobreza. Pouco se sabe de sua primeira infância, as notícias certas dão conta de que no dia 4 de maio de 1820 ela foi acolhida no mosteiro de Santa Luzia a Trevi, na cidade de Espoleto onde havia uma comunidade beneditina. Entrando na vida religiosa assume o nome de Maria Luisa. De 1822 a 1834 vive no mosteiro como religiosa exemplar, desempenhando vários papéis na comunidade. Os testemunhos a descrevem como uma pessoa amável e bem quista pelas demais monjas. Experimenta várias visões e êxtases, mas suas coirmãs nada sabem disso. Ela se mantém reservada sobre suas experiências místicas. Com a chegada de um novo Diretor Espiritual, Irmã Maria Luisa se vê na necessidade de revelar às coirmãs suas vicissitudes. Numa delas, Jesus teria lhe aparecido e revelado que ela se tornaria o opróbrio de todos e que sofreria pela incompreensão. Efetivamente, ao revelar suas visões, recebeu uma sanção monástica e foi incompreendida pelas demais monjas. Por outro lado, se entregou com maior afinco às orações e à prática de uma série de penitências. Em 1837, com apenas 38 anos, e inesperadamente, é eleita abadessa do mosteiro, cargo que desempenhará até o dia de sua morte. Diante do desafio, ela se demonstra à altura do encargo: repropõe a observância da Regra de São Bento como bússola segura para toda a comunidade e administra o mosteiro com humildade e cordialidade, conquistando as coirmãs mais pela simpatia que pela imposição. Uma das noviças chega a dizer que “é impossível não a amar”. Em pouco tempo, começam a chegar novas vocações atraídas pelo exemplo e pela bondade da nova abadessa. Novamente seu Diretor Espiritual a obriga a escrever suas experiências místicas: chega a compilar cerca de trezentas páginas com visões que primam pela quantidade de imagens simbólicas envolvendo, principalmente, o Sagrado Coração de Jesus. Nos últimos quatro anos de sua vida ela experimentará um grande sofrimento. Segundo o testemunho das coirmãs, a Abadessa Maria Luisa na semana santa de 1847 está em sua cama, doente. Na Quinta-feira Santa está como que paralisada em sua cama; tem dores fortíssimas. Na Sexta da Paixão, em volta de sua cabeça apresentam-se sinais parecidos com aqueles de uma coroa de espinhos; próximo ao coração se abre uma ferida com sangue e nas mãos, sinais vermelhos. Quando chega a Páscoa, os sinais desaparecem e ela se sente melhor. Logo em seguida, porém, volta para a cama, agora com sinais de uma forte infecção. Morrerá santamente e com grande serenidade: prepara-se para a morte permanecendo em sua cama com os braços abertos, como um ícone do crucificado. A morte chega após uma breve agonia no dia 12 de setembro de 1847. No dia 10 de novembro de 2012 foi declarada bem-aventurada pelo Papa Bento XVI, após a confirmação de um milagre obtido por sua intercessão.

Descubra outros santos clicando aqui

Adoremos o Senhor, porque ele é nosso Deus.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre. Amém

Hino
Já surge a luz dourada,
a treva dissipando,
que as almas do abismo
aos poucos vai levando.

Dissipa-se a cegueira
que a todos envolvia;
alegres caminhemos
na luz de um novo dia.

Que a luz nos traga paz,
pureza ao coração:
longe a palavra falsa,
o pensamento vão.

Decorra calmo o dia:
a mão, a língua, o olhar.
Não deixe nosso corpo
na culpa se manchar.

Do alto, nossos atos
Deus vê, constantemente;
solícito nos segue
da aurora ao sol poente.

A glória seja ao Pai,
ao Filho seu também;
ao Espírito igualmente,
agora e sempre. Amém.

Salmo 86(87)

A Jerusalém celeste é livre, e é a nossa mãe (Gl 4,26)

O Senhor ama a cidade
que fundou no Monte santo;
ama as portas de Sião
mais que as casas de Jacó.

Dizem coisas gloriosas
da Cidade do Senhor:
'Lembro o Egito e Babilônia
entre os meus veneradores.

Na Filistéia ou em Tiro
ou no país da Etiópia,
este ou aquele ali nasceu'.

De Sião, porém, se diz:
'Nasceu nela todo homem;
Deus é sua segurança'.

Deus anota no seu livro,
onde inscreve os povos todos:
'Foi ali que estes nasceram'.

E por isso todos juntos
a cantar se alegrarão;
e, dançando, exclamarão:
'Estão em ti as nossas fontes!'

Glória ao Pai...

Leitura breve 1Pd 4,10-11
Como bons administradores da multiforme graça de Deus, cada um coloque à disposição dos outros o dom que recebeu. Se alguém tem o dom de falar, proceda como com palavras de Deus. Se alguém tem o dom do serviço, exerça-o como capacidade proporcionada por Deus, a fim de que, em todas as coisas, Deus seja glorificado, em virtude de Jesus Cristo.

Clamo de todo o coração: Atendei-me, ó Senhor!
Quero cumprir vossa vontade.

BENEDICTUS
Sirvamos ao Senhor na justiça e santidade,
e de nossos inimigos haverá de nos salvar.

Bendito seja o Senhor Deus de Israel,
porque a seu povo visitou e libertou;

e fez surgir um poderoso Salvador
na casa de Davi, seu servidor,

como falara pela boca de seus santos,
os profetas desde os tempos mais antigos,

para salvar-nos do poder dos inimigos
e da mão de todos quantos nos odeiam.

Assim mostrou misericórdia a nossos pais,
recordando a sua santa Aliança

e o juramento a Abraão, o nosso pai,
de conceder-nos que, libertos do inimigo,

a ele nós sirvamos sem temor
em santidade e em justiça diante dele,
enquanto perdurarem nossos dias.

Serás profeta do Altíssimo, ó menino,
pois irás andando à frente do Senhor
para aplainar e preparar os seus caminhos,

anunciando ao seu povo a salvação,
que está na remissão de seus pecados;

pela bondade e compaixão de nosso Deus,
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,

para iluminar a quantos jazem entre as trevas
e na sombra da morte estão sentados

e para dirigir os nossos passos,
guiando-os no caminho da paz.

Glória ao Pai...

Preces
Demos graças a Deus Pai, que no seu amor conduz e alimenta o seu povo; e digamos com alegria:

R. Glória a vós, Senhor, para sempre!

Pai clementíssimo, nós vos louvamos por vosso amor para conosco,
– porque nos criastes de modo admirável, e de modo ainda mais admirável nos renovastes. R.

No começo deste dia, infundi em nossos corações o desejo de vos servir,
– para que sempre vos glorifiquemos em todos os nossos pensamentos e ações. R.

Purificai os nossos corações de todo mau desejo,
– e fazei que estejamos sempre atentos à vossa vontade. R.

Dai-nos um coração aberto às dificuldades de nossos irmãos e irmãs,
– para que jamais lhes falte o nosso amor fraterno. R.

Pai nosso ...

Oração
Deus eterno e todo-poderoso, sobre os povos que vivem na sombra da morte fazei brilhar o Sol da justiça, que nos visitou nascendo das alturas, Jesus Cristo nosso Senhor. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo.

Amai os vossos inimigos e fazei o bem aos que vos odeiam...
Há cristãos que pensam que podem dispensar este constante esforço espiritual, porque não sentem a urgência de se confrontarem com a verdade do Evangelho. Eles procuram esvaziar e tornar inofensivas, para que não perturbem o seu modo de viver, palavras como: “Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam”. Estas palavras, para estas pessoas, ressoam, como nunca, difíceis de serem aceitas e praticadas em coerentes comportamentos de vida. De fato, são palavras que, se forem levadas a sério, obrigam a uma conversão radical. Ao contrário, quando somos ofendidos e feridos, a tentação é ceder aos mecanismos psicológicos da autocompaixão e da vingança, ignorando o convite de Jesus a amar o próprio inimigo. Contudo, as vicissitudes humanas de cada dia põem em relevo, com grande evidência, o modo como o perdão e a reconciliação sejam irrenunciáveis para realizar uma real renovação pessoal e social. Isto é válido tanto nas relações interpessoais, como nas relações entre comunidades e nações. Os numerosos e trágicos conflitos que dilaceram a humanidade, por vezes provocados por motivos religiosos mal compreendidos, cavaram fossos de ódio e de violência entre muitos povos. Por vezes, isto verifica-se também entre grupos e facções dentro da mesma nação. De fato, acontece assistirmos com um doloroso sentido de impossibilidade, ao desencadear de novas lutas que se consideravam definitivamente aplacadas e tem-se a impressão de que alguns povos estão envolvidos numa espiral de violência que não se pode impedir, que continuará a ceifar numerosas vítimas, sem uma perspectiva concreta de solução. E os desejos de paz, que se elevam de todas as partes do mundo, são ineficazes: o empenho necessário para encaminhar para a desejada concórdia não consegue afirmar-se. Perante este cenário perturbador, os cristãos não podem permanecer indiferentes.

São João Paulo II
Mensagem do Papa João Paulo II para a Quaresma de 2001
Primeiro Papa polonês da Igreja (1920-2005).

Vinde adoremos o Senhor nascido de Maria
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém.

Hino
Deus de supremo poder,
da água os seres gerastes.
Com uns enchestes os mares,
de outros o ar povoastes.

Uns mergulhastes nas águas,
outros soltastes no ar,
com o impulso que os leva
a toda a terra ocupar.

Dai graça a todos os servos,
no vosso sangue lavados,
para vencermos o tédio,
a morte e todo pecado.

Não nos deprimam as culpas,
nem nos inflame a vaidade;
não caia a mente abatida,
nem caia a mente elevada.

Ouvi-nos, Pai piedoso,
e vós, Imagem do Pai,
que com o Espírito Santo
eternamente reinais.

Salmo 131(132)

O Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi (Lc 1,32)

O Senhor fez a Davi um juramento,
uma promessa que jamais renegará:
'Um herdeiro que é fruto do teu ventre
colocarei sobre o trono em teu lugar!

Se teus filhos conservarem minha Aliança
e os preceitos que lhes dei a conhecer,
os filhos deles igualmente hão de sentar-se
eternamente sobre o trono que te dei!'

Pois o Senhor quis para si Jerusalém
e a desejou para que fosse sua morada:
'Eis o lugar do meu repouso para sempre,
eu fico aqui: este é o lugar que preferi!'

'Abençoarei suas colheitas largamente,
e os seus pobres com o pão saciarei!
Vestirei de salvação seus sacerdotes,
de alegria exultarão os seus fiéis!'

'De Davi farei brotar um forte Herdeiro,
acenderei ao meu Ungido uma lâmpada.
Cobrirei de confusão seus inimigos,
mas sobre ele brilhará minha coroa!'

Glória ao Pai...

Leitura 1Pd 3,8-9
Sede todos unânimes, compassivos, fraternos, misericordiosos e humildes. Não pagueis o mal com o mal, nem ofensa com ofensa. Ao contrário, abençoai, porque para isto fostes chamados: para serdes herdeiros da bênção.

O Senhor nos saciou com a fina flor do trigo.
Com o mel que sai da rocha nos fartou, nos satisfez.

MAGNIFICAT
O Senhor derrubou os poderosos de seus tronos e elevou os humildes.

A minha alma engrandece ao Senhor
e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador;
pois ele viu a pequenez de sua serva,
desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita.

O Poderoso fez por mim maravilhas
e Santo é o seu nome!
Seu amor, de geração em geração,
chega a todos que o respeitam;

demonstrou o poder de seu braço,
dispersou os orgulhosos;
derrubou os poderosos de seus tronos
e os humildes exaltou;

De bens saciou os famintos,
e despediu, sem nada, os ricos.
Acolheu Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,

como havia prometido aos nossos pais,
em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre.

Glória ao Pai...

Preces
Oremos a Cristo, pastor, protetor e consolador de seu povo; e digamos com toda a confiança:

R. Senhor, nosso refúgio, escutai-nos!

Bendito sejais, Senhor, que nos chamastes para fazer parte da vossa santa Igreja;
– conservai-nos sempre nela. R.

Vós, que confiastes ao nosso Papa N. a solicitude por todas as Igrejas,
– concedei-lhe uma fé inquebrantável, uma esperança viva e uma caridade generosa. R.

Dai aos pecadores a graça da conversão e aos que caíram o dom da fortaleza,
– e a todos concedei penitência e salvação. R.

Vós, que quisestes habitar num país estrangeiro,
– lembrai-vos daqueles que se encontram longe da família e da pátria. R.

(Intenções livres)

A todos os mortos que depositaram sua esperança em vós,
– concedei-lhes a paz eterna. R.

Pai nosso...

ANTÍFONA MARIANA
Alma Redemptoris mater,
Quae pervia caeli porta manes
Et Stella Maris
Succurre cadenti
Surgere qui curat populo

Tu quae genuisti
Natura mirante
Tuum sanctum Genitorem
Virgo prius, ac posterius
Gabrielis ab ore
Sumens illud Ave
Peccatorum miserere

(Tradução)
Ó Doce mãe do Redentor
Que permanece, do céu, uma porta aberta
E estrela do mar
Ajuda teu povo que está caindo
E que deseja se levantar

Tu que destes à luz
Com toda natureza admirando
Teu Santo Criador
Virgem antes e depois
Recebendo aquela saudação
Da boca de Gabriel
Tende piedade de nós pecadores

SEJAM SANTOS!
Na escola da santidade.

Evangelho segundo São Lucas 6,27-38.

Naquele tempo, Jesus falou aos seus discípulos, dizendo: «Digo-vos a vós que Me escutais: Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam,
abençoai os que vos amaldiçoam, orai por aqueles que vos injuriam.
A quem te bater numa face, apresenta-lhe também a outra; e a quem te levar a capa, deixa-lhe também a túnica.
Dá a todo aquele que te pedir, e ao que levar o que é teu, não o reclames.
Como quereis que os outros vos façam, fazei-lho vós também.
Se amais aqueles que vos amam, que agradecimento mereceis? Também os pecadores amam aqueles que os amam.
Se fazeis bem aos que vos fazem bem, que agradecimento mereceis? Também os pecadores fazem o mesmo.
E se emprestais àqueles de quem esperais receber, que agradecimento mereceis? Também os pecadores emprestam aos pecadores, a fim de receberem outro tanto.
Vós, porém, amai os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem nada esperar em troca. Então será grande a vossa recompensa e sereis filhos do Altíssimo, que é bom até para os ingratos e os maus.
Sede misericordiosos, como o vosso Pai é misericordioso.
Não julgueis e não sereis julgados. Não condeneis e não sereis condenados. Perdoai e sereis perdoados.
Dai e dar-se-vos-á: deitar-vos-ão no regaço uma boa medida, calcada, sacudida, a transbordar. A medida que usardes com os outros será usada também convosco».

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