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Festividade do dia

segunda 21 outubro
São Pedro Yu Tae-col

Adolescente, mártir (†1839)

ANGELS
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Com frequência, desde os primeiros séculos da Igreja, enfrentou-se o problema de reunir informações abundantes sobre a vida dos mártires. Principalmente na Igreja antiga, em que se preocupou muito mais em narrar a “paixão” dos santos, isto é, os sofrimentos que os levaram a testemunhar o Senhor até à efusão do sangue, do que os fatos corriqueiros da vida do santo ou da santa. Também para os tempos contemporâneos enfrenta-se um problema análogo, principalmente quando os mártires são de terras longínquas – em relação à Europa. Pedro era coreano e foi morto com apenas treze anos de idade. Tinha nascido em 1826, nas proximidades de Seoul (a atual capital da Coreia do Sul). Por ser cristão, foi preso com cerca de 12-13 anos de idade. Durante o período de prisão exortava seus companheiros a suportar as constantes torturas às quais eram submetidos. Ele mesmo sofreu com grande paciência até que sofreu o martírio por estrangulamento. Foi beatificado no pontificado de Pio XI no dia 5 de julho de 1925. São João Paulo II o canonizou no dia 6 de maio de 1984 com outros 102 mártires (Santos André Kim Taegon e companheiros). No martirológio latino é recordado no dia 21 de outubro, data de aniversário de seu martírio.

Descubra outros santos clicando aqui


Ouçamos hoje a voz de nosso Deus, para entrarmos no lugar de seu repouso.
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém
Hino
Raiando o novo dia,
as vozes elevamos,
de Deus a graça e glória
em Cristo proclamamos.

Por ele o Criador
compôs a noite e o dia,
criando a lei eterna
que os dois alternaria.

A vós, Luz dos fiéis,
nenhuma lei domina.
Fulgis de dia e noite,
clarão da luz divina.

Ó Pai, por vossa graça,
vivamos hoje bem,
servindo a Cristo e cheios
do vosso Espírito. Amém.
Salmo 8

Ele pôs tudo sob os seus pés, e fez dele, que está acima de tudo, a Cabeça da Igreja (Ef 1,22).

Ó Senhor nosso Deus, como é grande
vosso nome por todo o universo!

Desdobrastes nos céus vossa glória
com grandeza, esplendor, majestade.
O perfeito louvor vos é dado
pelos lábios dos mais pequeninos,
de crianças que a mãe amamenta.

Eis a força que opondes aos maus,
reduzindo o inimigo ao silêncio.
Contemplando estes céus que plasmastes
e formastes com dedos de artista;

vendo a lua e estrelas brilhantes,
perguntamos: 'Senhor, que é o homem,
para dele assim vos lembrardes
e o tratardes com tanto carinho?'

Pouco abaixo de Deus o fizestes,
coroando-o de glória e esplendor;
vós lhe destes poder sobre tudo,
vossas obras aos pés lhe pusestes:

as ovelhas, os bois, os rebanhos,
todo o gado e as feras da mata;
passarinhos e peixes dos mares,
todo ser que se move nas águas.

Ó Senhor nosso Deus, como é grande
vosso nome por todo o universo!

Glória ao Pai...

Leitura breve 2Pd 3,13-15a
O que nós esperamos, de acordo com a sua promessa, são novos céus e uma nova terra, onde habitará a justiça. Caríssimos, vivendo nesta esperança, esforçai-vos para que ele vos encontre numa vida pura e sem mancha e em paz. Considerai também como salvação a longanimidade de nosso Senhor.

A alegria cantará sobre meus lábios, e a minh'alma libertada exultará.
Também celebrarei vossa justiça.

BENEDICTUS
Guiai nossos passos no caminho da paz.

Bendito seja o Senhor Deus de Israel,
porque a seu povo visitou e libertou;

e fez surgir um poderoso Salvador
na casa de Davi, seu servidor,

como falara pela boca de seus santos,
os profetas desde os tempos mais antigos,

para salvar-nos do poder dos inimigos
e da mão de todos quantos nos odeiam.

Assim mostrou misericórdia a nossos pais,
recordando a sua santa Aliança

e o juramento a Abraão, o nosso pai,
de conceder-nos que, libertos do inimigo,

a ele nós sirvamos sem temor
em santidade e em justiça diante dele,
enquanto perdurarem nossos dias.

Serás profeta do Altíssimo, ó menino,
pois irás andando à frente do Senhor
para aplainar e preparar os seus caminhos,

anunciando ao seu povo a salvação,
que está na remissão de seus pecados;

pela bondade e compaixão de nosso Deus,
que sobre nós fará brilhar o Sol nascente,

para iluminar a quantos jazem entre as trevas
e na sombra da morte estão sentados

e para dirigir os nossos passos,
guiando-os no caminho da paz.

Glória ao Pai...

Preces
Adoremos a Deus, que por meio de seu Filho trouxe ao mundo vida e esperança; e peçamos humildemente:

R. Senhor, ouvi-nos!

Senhor, Pai de todos os seres humanos, que nos fizestes chegar ao princípio deste dia,
– dai-nos viver unidos a Cristo para louvor da vossa glória. R.

Conservai e aumentai em nós a fé, a esperança e a caridade,
– que derramastes em nossos corações. R.

Fazei que os nossos olhos estejam sempre voltados para vós,
– para correspondermos com generosidade e alegria ao vosso chamado. R.

Defendei-nos das ciladas e seduções do mal,
– e protegei os nossos passos de todo tropeço. R.

(Intenções livres)

Pai nosso ...

Oração
Deus onipotente e eterno, luz esplendorosa e dia que não termina, nós vos pedimos nesta manhã que, vencidas as trevas do pecado, nossos corações sejam iluminados com o fulgor da vossa vinda. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Senhor, diz ao meu irmão para que reparta comigo a herança...
O maior problema da época moderna talvez seja o das relações entre as comunidades políticas economicamente desenvolvidas e as que se encontram em vias de desenvolvimento econômico; as primeiras, por conseguinte, com alto nível de vida, as outras, em condições de escassez ou de miséria. A solidariedade, que une todos os seres humanos e os torna membros de uma só família, impõe aos países, que dispõem com exuberância de meios de subsistência, o dever de não permanecerem indiferentes diante das comunidades políticas cujos membros lutam contra as dificuldades da indigência, da miséria e da fome, e não gozam dos direitos elementares da pessoa humana. Tanto mais que, dada a interdependência cada vez maior entre os povos, não é possível que entre eles reine uma paz durável e fecunda, se o desnível das condições econômicas e sociais for excessivo. É bem claro que o dever, sempre proclamado pela Igreja, de ajudar quem se debate com a indigência e a miséria, devem-no sentir mais intensamente os católicos, pelo motivo nobilíssimo de serem membros do corpo místico de Cristo. O Apóstolo São João proclama: "Nisto conhecemos o Amor: ele deu a sua vida por nós. E nós também devemos dar a nossa vida pelos irmãos. Se alguém, possuindo os bens deste mundo, vê o seu irmão na necessidade e lhe fecha o coração, como permanecerá nele o amor de Deus?" (1Jo 3,16-17). Vemos, pois, com agrado, que as nações dotadas de sistemas econômicos altamente produtivos prestam ajuda às comunidades políticas em fase de progresso econômico, para que estas cheguem, com menor dificuldade, a melhorar as próprias condições de vida. Produzir mais e melhor corresponde a uma exigência da razão, e é também necessidade imprescindível. Não é porém menos necessário, nem menos conforme à justiça, repartir-se equitativamente a riqueza produzida, entre todos os membros da comunidade política: por isso, deve procurar-se que o desenvolvimento econômico e o progresso social se sujeitem a um mesmo ritmo. O que exige que esse desenvolvimento e esse progresso sejam realizados, na medida do possível, gradual e harmonicamente, em todos os setores da produção: agricultura, indústria e serviços. Mas a tentação maior, para as comunidades políticas economicamente avançadas, é a de se aproveitarem da cooperação técnica e financeira que prestam, para influírem na situação política das comunidades em fase de desenvolvimento econômico, afim de levarem a cabo planos de predomínio. Onde quer que isto se verifique, deve-se declarar explicitamente que estamos diante de nova forma de colonialismo, a qual, por mais habilmente que se disfarce, não deixará de ser menos dominadora do que a antiga, que muitos povos deixaram recentemente. E essa nova forma prejudicaria as relações internacionais, constituindo ameaça e perigo para a paz mundial. É, portanto, indispensável e justo que a mencionada cooperação técnica e financeira se preste com o mais sincero desinteresse político. Deve ter apenas em vista colocar essas comunidades, que pretendem desenvolver-se, em condições de realizarem por si mesmas a própria elevação econômica e social. Deste modo oferece-se uma preciosa contribuição para formar uma comunidade mundial, em que todos os membros serão sujeitos conscientes dos próprios deveres e dos próprios direitos, e trabalharão em plano de igualdade, pela consecução do bem comum universal.
São João XXIII
Encíclica Mater et Magistra, nn. 156-159 ; 167 ; 171-173
Papa que convocou o Concílio Vaticano II (1881-1963)

Diante dos anjos cantaremos para vós, ó Senhor
Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo,
como era no princípio, agora e sempre.
Amém.

Hino
Ó Deus, autor de tudo,
que a terra e o céu guiais,
de luz vestis o dia,
à noite o sono dais.

O corpo, no repouso,
prepara-se a lutar.
As mentes já se acalmam,
se faz sereno o olhar.

Senhor, vos damos graças
no ocaso deste dia.
A noite vem caindo,
mas vosso amor nos guia.

Sonora, a voz vos louve,
vos cante o coração.
O amor vos renda amor,
e a mente, adoração.

E assim, chegando a noite,
com grande escuridão,
a fé, em meio às trevas,
espalhe o seu clarão.

Ouvi-nos, Pai piedoso,
e Filho, Sumo Bem,
com vosso Santo Espírito
reinando sempre. Amém.
Cântico Fl 2,6-11

Cristo, o Servo de Deus

Embora fosse de divina condição,
Cristo Jesus não se apegou ciosamente
a ser igual em natureza a Deus Pai.

Porém esvaziou-se de sua glória
e assumiu a condição de um escravo,
fazendo-se aos homens semelhante.

Reconhecido exteriormente como homem,
humilhou-se, obedecendo até à morte,
até à morte humilhante numa cruz.

Por isso Deus o exaltou sobremaneira
e deu-lhe o nome mais excelso, mais sublime,
e elevado muito acima de outro nome.

Para que perante o nome de Jesus
se dobre reverente todo joelho,
seja nos céus, seja na terra ou nos abismos.

E toda língua reconheça, confessando,
para a glória de Deus Pai e seu louvor:
'Na verdade Jesus Cristo é o Senhor!'

Glória ao Pai...

Leitura Rm 11,33-36
Ó profundidade da riqueza, da sabedoria e da ciência de Deus! Como são inescrutáveis os seus juízos e impenetráveis os seus caminhos! De fato, quem conheceu o pensamento do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? Ou quem se antecipou em dar-lhe alguma coisa, de maneira a ter direito a uma retribuição? Na verdade, tudo é dele, por ele, e para ele. A ele, a glória para sempre. Amém!

Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras e que sabedoria em todas elas!
Encheu-se a terra com as vossas criaturas.

MAGNIFICAT
Do cálice que eu vou beber, bebereis e sereis batizados
com o mesmo batismo com que sereis batizado.

A minha alma engrandece ao Senhor
e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador;
pois ele viu a pequenez de sua serva,
desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita.

O Poderoso fez por mim maravilhas
e Santo é o seu nome!
Seu amor, de geração em geração,
chega a todos que o respeitam;

demonstrou o poder de seu braço,
dispersou os orgulhosos;
derrubou os poderosos de seus tronos
e os humildes exaltou;

De bens saciou os famintos,
e despediu, sem nada, os ricos.
Acolheu Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,

como havia prometido aos nossos pais,
em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre.

Glória ao Pai...

Preces
Ao Deus único, Pai e Filho e Espírito Santo, demos glória; e peçamos humildemente:

R. Ouvi, Senhor, a oração de vosso povo!

Pai santo, Senhor todo-poderoso, fazei brotar a justiça na terra,
– para que o vosso povo se alegre na prosperidade e na paz. R.

Dai a todos os povos fazerem parte do vosso Reino,
– para que sejam salvos. R.

Concedei aos esposos a perseverança na harmonia e no cumprimento de vossa vontade,
– para que vivam sempre no amor mútuo. R.

Dignai-vos recompensar todos aqueles que nos fazem o bem,
– e dai-lhes a vida eterna. R.

(Intenções livres)

Olhai com bondade os que morreram vítimas do ódio, da violência ou da guerra,
– e acolhei-os no repouso celeste. R.

Pai nosso...

ANTÍFONA MARIANA
Salve, Regina, mater misericordiae
Vita, dulcedo, et spes nostra, salve.
Ad te clamamus, exsules, filii evae.
Ad te suspiramus, gementes et flentes
in hac lacrimarum valle.

Eia ergo, Advocata nostra,
illos tuos misericordes oculos
ad nos converte.
Et Iesum, benedictum fructum ventris tui,
nobis post hoc exsilium ostende.
O clemens, O pia, O dulcis Virgo Maria.

Ora pro nobis sancta Dei Genetrix.
Ut digni efficiamur promissionibus Christi. Amen.
(Tradução)
Salve Rainha, Mãe de Misericórdia, vida e doçura esperança nossa salve! A vós bradamos degredados filhos de Eva.
A vós suspiramos gemendo e chorando neste vale de lágrimas.
Eia, pois advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro, mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa ó doce e sempre Virgem Maria.
Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém

SEJAM SANTOS!
Na escola da santidade.

Evangelho segundo São Lucas 12,13-21.
Naquele tempo, alguém, do meio da multidão, disse a Jesus: «Mestre, diz a meu irmão que reparta a herança comigo».
Jesus respondeu-lhe: «Amigo, quem Me fez juiz ou árbitro das vossas partilhas?».
Depois disse aos presentes: «Vede bem, guardai-vos de toda a avareza: a vida de uma pessoa não depende da abundância dos seus bens».
E disse-lhes esta parábola: «O campo dum homem rico tinha produzido excelente colheita.
Ele pensou consigo: ‘Que hei de fazer, pois não tenho onde guardar a minha colheita?
Vou fazer assim: Deitarei abaixo os meus celeiros para construir outros maiores, onde guardarei todo o meu trigo e os meus bens.
Então poderei dizer a mim mesmo: Minha alma, tens muitos bens em depósito para longos anos. Descansa, come, bebe, regala-te’.
Mas Deus respondeu-lhe: ‘Insensato! Esta noite terás de entregar a tua alma. O que preparaste, para quem será?’
Assim acontece a quem acumula para si, em vez de se tornar rico aos olhos de Deus».

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