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Bem-aventurado Inácio de Azevedo e companheiros, mártires

Jesuítas mártires (†1570)

HANDS

Public Domain

Embora sejam chamados de “Protetores do Brasil”, na realidade esse grupo de mártires era, em sua maioria, composto por integrantes oriundos de Portugal e da Espanha. Todos foram mortos no barco que os conduzia até a terra do Brasil: saindo da Europa, iam todos em missão para a nova terra descoberta pela coroa portuguesa, no entanto, tiveram a embarcação interceptada por outros barcos de corsários huguenotes: um a um foram assassinados por ódio à fé. Um dos integrantes desse grupo era Inácio de Azevedo. Nascido em 1527 na cidade portuguesa de Oporto, aos 21 anos de idade ingressou na Companhia de Jesus de Coimbra. Logo se destacou pela fé intrépida e pela laboriosidade. De fato, tornou-se reitor dos Colégios jesuítas de Lisboa e de Braga, chegando mesmo a se tornar Vice Provincial dos jesuítas de Portugal. Em 1566 foi enviado como visitador da missão no Brasil: permaneceu três anos com os jesuítas que haviam fundado as primeiras casas da missão, retornando a Roma em 1569 para relatar as experiências da Companhia no Brasil. Em seu relato, Inácio de Azevedo insistiu com o Geral, São Francisco Borgia, para que se enviassem mais missionários para o Brasil. Obteve então, a autorização para convidar jovens jesuítas que desejassem se tornar missionários. Ao todo, o Bem-aventurado conseguiu reunir 68 jovens. Com eles organizou um retiro em preparação para a partida. Nos primeiros meses de 1570 surgiu a oportunidade do grupo partir para o Brasil: Inácio e outros 39 embarcariam num navio, outros 20 na nau capitânia e outros três em outro barco, com a tarefa de fazer o catecismo para as crianças órfãs destinadas ao Brasil. A viagem começou sem percalços, no entanto, o capitão do navio que levava Inácio e seus companheiros, decidiu passar pelas ilhas Canárias, por razões comerciais, antes de ir para o Brasil. Foi nessa ocasião que os cinco navios dos corsários interceptaram o barco. A certo momento, os corsários receberam ordens de poupar a tripulação e os passageiros, mas ao saber que entre os passageiros havia jesuítas, pelo ódio religioso que se nutria contra os católicos, os corsários receberam ordens de matar apenas os religiosos. Um a um, foram trucidados com golpes de espada e lança, seus corpos foram jogados ao mar, alguns ainda com vida. Ao todo foram 40 os mortos: 26 padres, 13 noviços e um candidato – houve o caso do filho do capitão do navio que, tendo vestido a sotaina de um dos jesuítas assassinados, foi também trucidado pelos corsários. Logo todo o grupo foi venerado como “mártires do Brasil”

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