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Ciência explica por que você deveria gastar dinheiro com experiências, não coisas

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Hypeness - publicado em 28/12/15

Especialistas comparam a felicidade provinda da aquisição de bens materiais àquela que vem das experiências, e as conclusões são surpreendentes

A felicidade é muitas vezes considerada o grande objetivo da vida e, portanto, para muitos especialistas, o principal indicativo de saúde e desenvolvimento de uma sociedade.

Mas, vamos lá, o que traz felicidade? A ciência se propôs a estudar essa questão mais uma vez, comparando a felicidade provinda da aquisição de bens materiais àquela que vem das experiências – viagens, aprendizados, tempo com a família e amigos, por exemplo. Então, agora temos uma resposta para a pergunta: é mais feliz quem faz compras ou quem viaja?

O Dr. Thomas Gilovich, psicólogo e professor da Cornell University, nos EUA, estudou e acompanhou pessoas após a compra de algo grande, que as fez felizes, e concluiu que bens materiais trazem felicidade, mas por um período limitado de tempo.

Um dos inimigos da felicidade é a capacidade de adaptação. Nós compramos coisas para ficarmos felizes, e nós conseguimos. Mas somente por um tempo. Novos objetos são empolgantes no começo, mas aí nós nos adaptamos a eles“, explicou em entrevista à Fast Co.

Segundo o pesquisador, nossas experiências dizem mais sobre nós mesmos do que as coisas que compramos. “Nós somos a soma total das nossas experiências“, define ele. Outra vantagem das experiências em relação a bens materiais seria a possibilidade de compartilhá-las com outras pessoasLembra daquela história de que a felicidade só é real quanto compartilhada? Pois é.

Gilovich atenta ainda para o fato de que é mais fácil nos conectarmos a pessoas devido a experiências do que bens materiais em comum – ou você já fez amizade com alguém porque ele tinha um modelo de relógio igual ao seu? O investimento em novas experiências, de acordo com o psicólogo, é bom até quando é ruim. Afinal, não existem experiências ruins, mas boas histórias para se contar.

Quem partilha dessa mesma linha de pensamento é o diretor Roko Belic, responsável pelo documentário Happy (“Feliz”, em português). No vídeo, ele se dispõe a conhecer as mais diversas culturas do mundo em busca pelas causas da felicidade genuína – e, pode ter certeza, não há carro novo que arranque sorrisos como uma viagem com amigos, um fim de tarde com a pessoa amada ou um almoço de domingo na casa da vó.

(Via Hypeness)

Tags:
DepressãoFelicidadetristeza
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