Receba o boletim diário da Aleteia gratuitamente no seu email.
Cadastre-se e receba Aleteia diretamente em seu email. É de graça.
Receber

Sem condições de apoiar?

Veja 5 formas de você ajudar a Aleteia

  1. Reze por nossa equipe e pelo êxito de nossa missão
  2. Fale sobre a Aleteia em sua paróquia
  3. Compartilhe os artigos da Aleteia com seus amigos e familiares
  4. Desative o bloqueio de publicidade quando nos visitar
  5. Inscreva-se para receber nosso boletim gratuito e leia-nos diariamente

Obrigado!
Redação da Aleteia

Enviar

Aleteia

A devastadora confissão de um ex-mega-astro pornô: a pornografia destruiu a minha vida

Compartilhar

"Era sexo por dinheiro. Eu era um prostituto. Eu tinha que fazer pornô para comprar drogas para suportar a dor de fazer filmes pornográficos"

No começo, a ideia pareceu arriscada: fazer “trabalhos com nudez“, como a sua agente tinha sugerido, acabaria no fim das contas destruindo a sua carreira.

Mas a greve de roteiristas em Hollywood causou uma grave crise entre os trabalhadores da indústria do cinema. Muita gente perdeu o emprego e se viu sem dinheiro até para comer.

Quando a fome apertou, ele cedeu.

E uma parte da consciência, domesticada, tentou suavizar as coisas diante daquelas primeiras quatro notas de 100 dólares, recebidas depois do seu primeiro filme: “Foi fácil“.

Outra parte da consciência, porém, ainda lúcida, se questionava: “O que foi que eu fiz?

Essa parte viva da consciência foi sendo calada. Relegada.

E ele se tornou o mais popular e conhecido astro masculino da indústria da pornografia. Ganhou dinheiro. Fama. Prêmios.

Mas aquela parte da consciência ainda lúcida, mesmo forçada a se calar, persistia.

Persistia, no meio da confusão, da penumbra, da escuridão.

“Eu não sabia o que era amor”.

“Eu não sabia se poderia sentir amor novamente”.

“Eu olhava para as mulheres como objetos”.

“Fazer amor? O que é fazer amor? Era sexo por dinheiro. Eu era um prostituto”.

“Eu não sentia mais nada”.

“Eu tinha que ir trabalhar, fazer pornô para comprar drogas para suportar a dor de fazer filmes pornográficos”.

“E de novo… e de novo…”.

Até que, um dia, ele não suportou mais e explodiu em um pranto que começou finalmente a mudar tudo.

Ele mesmo desabafa neste vídeo impactante. Veja. Compartilhe. Não caia na armadilha da pornografia. Ela não é inócua. Ela destrói pessoas.

São leitores como você que contribuem para a missão da Aleteia

Desde o início de nossas atividades, em 2012, o número de leitores da Aleteia cresceu rapidamente em todo o mundo. Estamos comprometidos com a missão de fornecer artigos que enriquecem, informam e inspiram a vida católica. Por isso queremos que nossos artigos sejam acessados por todos. Mas, para isso, precisamos da sua ajuda. O jornalismo de qualidade tem um custo (maior do que o que a propaganda consegue cobrir). Leitores como você podem fazer uma grande diferença, doando apenas $ 3 por mês.