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Papa aos juízes: não buscar interesse pessoal

Em que momento da Missa devo fazer meus pedidos mais importantes a Deus? O Papa ensina

POPE Audience
Antoine Mekary | ALETEIA | I.Media
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“Tudo é possível para o que crê”, lembrou o Papa

O Papa Francisco ensinou que o silêncio depois da Oração Universal da Santa Missa é o momento ideal para os fiéis fazerem seus pedidos “fortes” a Deus.

A afirmação foi feita durante a audiência geral de 14 de fevereiro de 2018 na Praça São Pedro.

“Nós não acreditamos”, argumentou o Papa ao se referir ao poder da oração na Missa. E acrescentou: “temos pouca fé. Mas, se tivéssemos uma fé, como disse Jesus, do tamanho de um grão de mostarda, receberíamos tudo”.

O pontífice continuou o ciclo de catequeses sobre a Santa Missa e focou sua reflexão na Liturgia da Palavra: o Credo e a Oração Universal, também conhecida como Oração dos Fiéis.

Peçam o que necessitam e lhes será concedido

Francisco convidou os fiéis a pedirem a Deus com fé tudo o que o Espírito de cada um disser depois da leitura da Palavra. “Recordemos o que disse o Senhor Jesus: ‘Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis tudo o que quiserdes e vos será feito.’” (João, 15).
O Papa lembrou que é durante a Oração Universal, depois do Credo, que os fiéis “devem pedir as coisas mais difíceis, as coisas das quais precisamos.”

Depois, o Santo Padre convidou os presentes a rezarem assim, com fé: “Senhor, eu creio, mas ajuda a minha pouca fé”.

Silêncio para ouvir o Espírito

O Bispo de Roma reiterou a necessidade de guardar silêncio na Missa depois da proclamação das leituras bíblicas e da homilia, para que “tudo o que foi ouvido possa ser sedimentado em nosso coração e que se concretizem os propósitos de adesão ao que o Espírito sugere a cada um”.

Direito à Palavra de Deus

O Papa explicou que “a fé de todo batizado se insere na fé recebida dos apóstolos e a sua união com Cristo é atualizada na celebração da Eucaristia.”

Por isso, “cada um de nós tem o direito de receber a Palavra de Deus bem dita, bem lida e, depois, bem explicada durante a homilia: é um direito!”, finalizou Francisco.

 

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