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Um padre ameaçado de morte

JÚLIO LANCELLOTTI
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Ministério Público vai investigar ataques ao Pe. Júlio Lancellotti

“Morte ao padreco”, “tem que começar mandando esse padre pro inferno e depois os seus seguidores”. Essas são apenas algumas entre as muitas ameaças de morte e comentários hostis que o Pe. Júlio Lancellotti, de 69 anos, tem recebido em suas redes sociais.

O padre Júlio é pároco da Igreja de São Miguel Arcanjo, no bairro da Mooca, em São Paulo, e Bispo Referencial do Vicariato Episcopal para a Pastoral do Povo da Rua da Arquidiocese de São Paulo. Há 34 anos, Lancellotti desenvolve trabalhos assistenciais junto aos moradores de rua na capital paulista e ficou conhecido por sua luta em defesa dos Direitos Humanos.

O religioso acredita que os ataques são motivados por sua atuação junto à população marginalizada e por uma onda de intolerância manifestada, principalmente, através das redes sociais. “Devido à situação da população de rua na cidade que cresce muito e está muito exposta, em vários bairros há um mal estar, uma hostilidade muito grande contra a população de rua”, explicou o padre ao portal G1.

Ministério Público

O Ministério Público informou que já instaurou investigação para apurar a denúncia de ameaça de morte, agressão física, calúnia e difamação protocolada por advogados voluntários e pelo Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer.

A denúncia em relação ao Pe. Júlio Lancellotti será conduzida pela área de crimes cibernéticos do MP.

Perguntado se tem medo de morrer, o religioso afirmou que não e, em entrevista a uma rádio da capital paulista, disse: “Eu fico triste de ver o que eles fazem com os moradores de rua. Eles estão usando os moradores para me atingir… Eu imagino que eles [os agressores] não vão vir até mim. No final das contas, quem sofre é quem está na rua”.

 

 

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