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Você sabe qual é o culto que mais agrada a Deus?

MODLITWA, KOBIETA
Shutterstock
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O Papa Francisco dá a resposta

Rezar com fervor todos os dias, participar da Missa, receber e viver os Sacramentos, fazer a Adoração Eucarística… São várias as formas de culto a Deus. Mas qual será a que mais agrada a Ele? Que oração Deus quer que a gente faça? E de que maneira?

O Papa Francisco, em sua terceira exortação apostólica, a Gaudete Exsultate, cujo tema é a santidade, dá a única resposta possível para essas indagações. No documento, ele esclarece:

“o nosso culto agrada a Deus quando levamos lá os propósitos de viver com generosidade e quando deixamos que o dom lá recebido se manifeste na dedicação aos irmãos.”

Assim, o Papa nos lembra que um dos critérios que Deus usa para “avaliar” a nossa vida é a nossa relação com nossos irmãos.  Não que isso exclua a necessidade da oração. Pelo contrário: segundo Francisco, é a oração que vai transformar a nossa vida “à luz da misericórdia”.

O Santo Padre recorre a São Tomás de Aquino para destacar quais são as obras que melhor manifestam o nosso amor a Deus. Francisco lembra que Tomás de Aquino dizia que não devemos praticar o culto a Deus

“com sacrifícios e com ofertas exteriores para proveito d’Ele, mas para benefício nosso e do próximo: de fato Ele não precisa dos nossos sacrifícios, mas quer que os ofereçamos para nossa devoção e para utilidade do próximo. Por isso a misericórdia, pela qual socorremos as carências alheias, ao favorecer mais diretamente a utilidade do próximo, é o sacrifício que mais Lhe agrada”.

E quando se fala em misericórdia, como não se lembrar de Madre Teresa de Calcutá? No documento, o Papa Francisco também cita uma frase da santa para exemplificar a questão:

“sim, tenho muitas fraquezas humanas, muitas misérias humanas. (…) Mas Ele abaixa-Se e serve-Se de nós, de ti e de mim, para sermos o seu amor e a sua compaixão no mundo, apesar dos nossos pecados, apesar das nossas misérias e defeitos. Ele depende de nós para amar o mundo e demonstrar-lhe o muito que o ama. Se nos ocuparmos demasiado de nós mesmos, não teremos tempo para os outros”.

Ao final do capítulo dedicado a este assunto, Francisco faz um alerta sobre o consumismo hedonista e algumas formas de entretenimento, que podem roubar o nosso tempo, fazendo com que fiquemos cada vez mais voltados para nós mesmos. Por isso, Francisco sugere que busquemos uma vida mais feliz, através da propagação do Evangelho.

“O cristianismo está feito principalmente para ser praticado e, se é também objeto de reflexão, isso só tem valor quando nos ajuda a viver o Evangelho na vida diária. Recomendo vivamente que se leia, com frequência, estes grandes textos bíblicos, que sejam recordados, que se reze com eles, que se procure encarná-los. Far-nos-ão bem, tornar-nos-ão genuinamente felizes”, finaliza o Papa.