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Jovem homossexual pede a bispos: “Não mudem doutrina sobre sexualidade”

Avera Maria Santo
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Ela enviou carta aberta aos bispos do Sínodo dos Jovens: "Mantenham bons, verdadeiros e belos os ensinamentos da Igreja sobre a homossexualidade"

Avera Maria Santo é uma jovem católica norte-americana de 22 anos que sente atração por pessoas do seu mesmo sexo. Em carta aberta, ela pediu aos bispos que presidem o Sínodo dos Jovens que não mudem “de forma alguma” o ensinamento da Igreja sobre sexualidade.

Avera vive no Alabama, Estados Unidos, e administra o blog Inside My Holy of Holies. No blog, ela compartilha textos sobre como lidar com a atração pelo mesmo sexo sendo fiel à bondade, verdade e beleza do ensinamento da Igreja sobre a sexualidade humana.

Na sua carta aberta, Avera relata aos bispos que ficou “arrasada” ao saber da campanha impulsionada por alguns grupos LGBT que tentam utilizar o sínodo como veículo para mudar a doutrina da Igreja sobre a homossexualidade.

A jovem comenta no início de sua carta:

“Sendo uma pessoa que não apenas cresceu na Igreja, mas que também a ama e ama os seu ensinamentos, eu detestaria que os seus ensinamentos fossem modificados de alguma forma, principalmente de modo a causar graves danos.

Desejo então abrir o meu coração e compartilhar com vocês uma parte da minha história e das minhas convicções, queridos bispos da Santa Igreja Católica, e suplicar que vocês mantenham bons, verdadeiros e belos os ensinamentos da Igreja sobre a homossexualidade“.

Avera observa logo adiante:

“Não há ninguém nesta terra que não seja chamado a uma vida de castidade. Isso inclui os meus irmãos e irmãs que experimentam a atração pelo mesmo sexo.

Não é porque a Igreja seja opressiva e queira que vivamos no sofrimento e passivamente submissos a ela, mas sim porque todos e cada um de nós é convidado a entrar na vida divina do nosso Criador, uma vida onde nenhum pecado pode permanecer”.

Acrescentando que hoje se ouvem muitas frases como “Eu só quero a liberdade de amar quem eu quiser”, Avera avalia que esse desejo é “inerentemente bom quando corretamente ordenado”, já que “nem sempre as coisas que podemos desejar são boas para nós”.

Ela prossegue:

“Eu queria ter um relacionamento com alguém do mesmo sexo que eu. Esse desejo, às vezes, era esmagador, a ponto de eu não conseguir enxergar outro jeito de passar o dia. Mas agora eu sei, graças aos bons e misericordiosos ensinamentos de Deus através da Sua Igreja, que essa relação dificulta não só a minha liberdade de amar autenticamente, mas também a minha capacidade de alcançar a santidade”.

Avera afirmou ainda aos bispos que, quando escuta alguém dizer que “a sua cruz da atração por pessoas do mesmo sexo é pesada demais para poder amá-la do jeito que Jesus nos pede“, isso “é mentira“, porque, se Jesus nos chama a segui-lo, Ele nunca nos abandona.

A jovem finaliza:

“Por favor, lembrem-se do que disse Santa Terezinha do Menino Jesus, a ‘Pequena Flor’ e uma santa a quem eu tenho especial devoção: ‘A minha vocação é amar‘”.

Para ler a carta completa de Avera (em inglês), acesse aqui o site do National Catholic Register.

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A partir de matéria da ACI Digital