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Redação da Aleteia

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O Papa Francisco celebra hoje 49 anos de sacerdócio

© DR
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Conheça a oração que o futuro Papa compôs na época e descubra as várias "coincidências espirituais" que marcaram aquele dia 13 de dezembro

Era 13 de dezembro de 1969.

Era o dia seguinte à festa de Nossa Senhora de Guadalupe, a padroeira de todas as Américas.

Era sábado, dia da semana dedicado à Santíssima Virgem.

Era véspera do “Domingo da Alegria”, ou “Domingo Gaudete“: o terceiro domingo do Advento, assim chamado porque dá início à segunda metade desse tempo litúrgico e, portanto, recorda aos fiéis que já falta pouco para a grande alegria do Natal.

Faltavam 4 dias para o seu aniversário de 33 anos, em 17 de dezembro.

Aquele era o dia em que, há exatos 49 anos, mais um religioso jesuíta chegava ao momento inesquecível e irreversível da ordenação sacerdotal, pelas mãos de dom Ramón José Castellano, arcebispo emérito de Córdoba, na Argentina.

Reprodução

Aquele novo padre, sacerdote para toda a eternidade, era Jorge Mario Bergoglio.

Hoje o mundo todo o conhece como o Papa Francisco.

Naquele dia, naquele 13 de dezembro, ele ganhou um imenso presente adicional: sua mãe, que, embora fosse católica devota, tinha muita dificuldade em apoiar a vocação do filho, finalmente acolheu a realidade do chamado de Deus e, no final da cerimônia, foi pedir a bênção do pe. Jorge Mario. Uma bênção de filho para mãe!

 

A oração do futuro padre, bispo e Papa

Às vésperas daquele acontecimento que literalmente selaria a sua vida para sempre, o então diácono Bergoglio tinha escrito esta oração em preparação para receber o sacerdócio:

Quero crer em Deus Pai, que me ama como filho,
e em Jesus, o Senhor,
que infundiu o Seu Espírito na minha vida
para me fazer sorrir e me levar assim
ao Reino eterno de vida.

Creio na Igreja.

Creio que, na história,
que foi tocada pelo olhar de amor de Deus,
no dia da primavera, 21 de setembro,
Ele veio ao meu encontro para
me convidar a segui-lo.

Creio na minha dor,
infecunda pelo egoísmo no qual me refugio.

Creio na mesquinhez da minha alma,
que procura receber sem dar… sem dar.

Creio que os outros são bons e que
devo amá-los sem medo e sem traí-los jamais,
sem buscar seguranças para mim.

Creio na vida religiosa.
Creio que quero amar muito.
Creio na morte cotidiana, ardente, da qual eu fujo,
mas que sorri para mim, convidando-me a aceitá-la.

Creio na paciência de Deus, acolhedora,
boa como uma noite de verão.

Creio que o meu pai está no céu, junto ao Senhor.

Creio que o padre Duarte também está lá,
intercedendo pelo meu sacerdócio.

Creio em Maria, minha Mãe,
que me ama e nunca me deixará sozinho.

E espero a surpresa de cada dia,
em que se manifestarão o amor, a força,
a traição e o pecado,
que vão me acompanhar até o encontro definitivo
com esse rosto maravilhoso
que não sei como é,
do qual eu fujo continuamente,
mas que quero conhecer e amar.

Amém.

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