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“Ser santo e ser feliz é a mesma coisa!”

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4 pm production - Shutterstock
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Uma constatação simples, sublime e esclarecedoramente prática!

A felicidade é o natural resultado da contínua realização do imenso potencial que Deus nos chama a transformar em realidade: ou seja, é o resultado de uma vida que vai sendo vivida com propósito transcendente, com um contínuo e crescente autodesenvolvimento integral, com a frutificação dos próprios talentos, com a colaboração generosa e amorosa no desenvolvimento integral dos nossos irmãos, em união alegre, serena, confiante e permanente com Deus, acolhendo a Sua misericórdia e o Seu amor infinito!

Enxergando a vida com essa clareza e simplicidade, fica igualmente claro e simples constatar que a felicidade, na prática, coincide com a vida santificada por Deus no cotidiano, bastando aceitarmos a graça santificante e deixarmos que Deus seja a nossa felicidade no dia-a-dia, em tudo o que somos, fazemos, aprendemos e desfrutamos.

É basicamente isto o que foi recordado, com outras palavras, por dom José Ignacio Munilla, arcebispo de San Sebastián, na Espanha, durante uma palestra na Escola de Evangelizadores da Diocese de Cádiz e Ceuta, da qual participaram mais de 200 pessoas. O prelado sintetizou sabiamente:

“Ser santo e ser feliz é a mesma coisa!”

A palestra “Amar com o Coração de Cristo” se baseou na exortação apostólica Gaudete et exsultate, do Papa Francisco, e em vários números do Catecismo que apresentam o convite à santidade.

Algumas reflexões de dom Munilla:

“É impossível ser missionário sem uma vida de santidade. Temos que servir como instrumentos para que Cristo chegue até os outros. Temos que nos apresentar diante do povo de Deus envolvidos na tarefa da conversão. O chamado à santidade é o chamado a ser filhos de Deus e a viver como tais”.

“Quando uma pessoa descobre que ser santo e ser feliz é a mesma coisa, ela chega a um momento-chave na conversão. A não-santidade é a causa do nosso sofrimento. Sem Jesus Cristo não é possível a felicidade”.

“A chave da santidade é o Coração de Cristo, porque é um Coração indiviso. Se não somos felizes é porque temos o coração dividido. A devoção ao Coração de Cristo é uma chave da santidade”.

“Não ser amigo dos santos é um drama”.

“Muitas coisas na vida nós não entendemos se não levamos isso em conta. Deus está comprometido com o desafio da nossa salvação. Temos que resgatar o chamado à santidade!”.

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