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“Querem impor ideologia de gênero na escola? Não aos nossos filhos!”

© Public Domain
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700 estudantes ficam em casa em protesto contra doutrinação sexual intransigente

A massiva ausência de 700 estudantes chamou as atenções no começo deste mês no distrito californiano de Rocklin: foi uma reação de centenas de famílias à determinação do Conselho Distrital Escolar de implantar um currículo polêmico pautado pela ideologia de gênero.

Desde 2011, na Califórnia, a “Lei de Educação Justa, Exata, Inclusiva e Respeitosa” ordena que as escolas do Estado ajustem seus livros didáticos para incorporar as contribuições sociais de cidadãos norte-americanos identificados como “LGTB”, ou seja, lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros.

A preocupação manifestada por grupos pró-família está ligada precisamente ao caráter autoritário da lei, criticada como “doutrinação sexual radical” por apresentar “modelos a serem seguidos” mais com base na sua orientação sexual do que nas suas objetivas contribuições em si mesmas.

O que os pais de família contrários à imposição dessa lei desejam é o respeito à sua responsabilidade paterna de avaliar quando os filhos estão prontos ou não para determinadas discussões, em particular as que dizem respeito ao exercício da sexualidade. No caso em questão, os pais californianos que mantiveram seus filhos em casa como protesto contra essa imposição ideológica preferem que a discussão seja proposta só a partir do sexto ano do ensino fundamental local, como já ocorre em escolas de outros distritos.

Funcionários das escolas afetadas pelo protesto dos pais disseram que o currículo seria modificado em atenção às preocupações das famílias, mas o assessor legal do Distrito de Rocklin afirmou, segundo o jornal Sacramento Bee, que não aceitará que os pais escolham se concordam ou não com o assim chamado “currículo LGBT”.

Vários pais, diante deste cenário, declararam estar avaliando o “homeschooling” (educação em casa) como alternativa, ou, pelo menos, a transferência dos filhos para escolas particulares.

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