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As canonizações mais rápidas da história

CANONIZATION

Antoine Mekary | ALETEIA

Reportagem local - publicado em 15/05/19

O processo que vai conduzir Irmã Dulce aos altares está entre os que levaram menos tempo

O Vaticano reconheceu o milagre que deve levar Irmã Dulce à canonização. Este reconhecimento acontece 27 anos após a morte da beata brasileira. Pode parecer muito tempo, mas o processo está sendo considerado um dos mais rápidos da história recente da Igreja, perdendo para a santificação do Papa João Paulo II, que ocorreu nove anos após sua morte, e a de Madre Teresa de Calcutá, que  levou 19 anos.

Os processos de canonização mais rápidos da história dos santos lusófonos continuam sendo o de Santo Antônio de Lisboa (ou Santo Antônio de Pádua), que foi canonizado 352 dias após seu falecimento, e São Teotônio, canonizado 1 ano depois de sua morte.

Outro santo

São Pedro Mártir, foi canonizado em março de 1253 – menos de um ano depois de sua violenta morte.

Ao contrário do que acontece hoje, o processo de canonização naquele tempo era menos elaborado, embora a santidade fosse uma árdua conquista que muitos não conseguiram obter.

O recorde de Pedro pelo caminho mais rápido à santidade foi mantido durante quase 800 anos. Como a canonização moderna é um processo muito complexo, é provável que esse recorde se mantenha pelo menos por mais oito séculos.




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