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Rede social censura “Glória a Deus” tachando a frase de “discurso de ódio”

Rede social censura

Isa Deschamps | Facebook / Arte sobre imagem Pixabay (Creative Commons)

Francisco Vêneto - publicado em 23/08/21

Dezenas de usuários denunciaram o fato nesta semana e o comprovaram com imagens

Uma rede social censura “Glória a Deus” tachando esta frase como “discurso de ódio”, segundo denúncias de uma usuária da própria rede, Isa Deschamps, confirmada por dezenas de outros usuários que postaram a mesma frase e obtiveram como retorno a mesma mensagem de alerta:

“É possível que este comentário não siga nossos Padrões da Comunidade. Seu comentário está no Facebook, mas é similar a outros comentários removidos por não seguirem os nossos padrões sobre discurso de ódio”.

Trata-se do Facebook. A rede apresenta em seguida a opção de excluir o comentário ou ignorar a mensagem.

Isa Deschamps divulgou uma captura de tela em que apresenta esse alerta. Ela comentou:

“Novas do Foicebook: Não podemos comentar: ‘Glória a Deus! Aleluia!’ Tentem escrever esta expressão aqui nos comentários para ver se acontece com vcs também”.

Foi quando muitos outros internautas confirmaram o fato, publicando eles próprias as suas capturas de tela para demonstrar a censura.

Um deles foi o pe. Allan Victor Almeida Marandola, que declarou:

“Eu fiz o teste, e é verdade! Uma verdade satânica!”.

Rede social censura “Glória a Deus”

Não se trata do primeiro caso de censura anticristã cometida pela rede social de Mark Zuckerberg.

Em 2017, o Facebook simplesmente baniu dezenas de páginas católicas, entre as quais a brasileira “Papa Francisco – Amigos e Amigas”, parceira de Aleteia.

Em 2018, o Facebook censurou uma imagem que representava o Papai Noel ajoelhado perante o Menino Jesus, classificando-a, absurdamente, como “violenta ou explícita”. A rede social só voltou a exibir a imagem depois que a denúncia de censura viralizou na internet.

Em abril de 2021, o Facebook censurou a imagem de sacerdotes usando batina alegando tratar-se de “conteúdo sensível” que poderia “incomodar algumas pessoas”.

Tags:
IdeologiaPerseguiçãoPolíticaReligião
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