Aleteia logoAleteia logoAleteia
Terça-feira 16 Agosto |
Bem-aventurado Gabriel Maria de Benifayó
Aleteia logo
Atualidade
separateurCreated with Sketch.

Alegado “católico”, Biden assina ordem para proteger “direito ao aborto”

Joe Biden defende o que chama de direito ao aborto

Jakub Porzycki | NurPhoto via AFP

Francisco Vêneto - publicado em 11/07/22 - atualizado em 10/07/22

Além de contradizer a doutrina da Igreja, o presidente democrata também afronta a decisão pró-vida da Suprema Corte

Alegado “católico”, o presidente democrata norte-americano Joe Biden assinou neste sábado, 9 de julho, uma ordem executiva que visa proteger o assim chamado “direito ao aborto” após a anulação da sentença Roe versus Wade, que, baseada em uma farsa, havia mantido o aborto liberado em todo o território dos Estados Unidos durante mais de 49 anos.

A Suprema Corte do país reconheceu, em 24 de junho, a inconstitucionalidade da antiga sentença, derrubando-a. Com isso, os Estados da federação recuperaram a autonomia para legislar sobre o assunto e a maioria deles já confirmou medidas restritivas à prática.

Pondo em cheque as próprias autodeclarações de “católico devoto”, Biden decretou, mediante a sua ordem executiva, que o Ministério da Saúde garanta o acesso a medicamentos abortivos, aumente a proteção dos profissionais de saúde que realizam abortos e intensifique as campanhas em defesa do suposto “direito” ao aborto em centros públicos.

O presidente democrata demonstrou a intenção de “aprovar uma lei nacional” que funcione como “a maneira mais rápida de restaurar” a antiga sentença Roe, o que afronta o próprio cerne da recente decisão da Suprema Corte: os magistrados deixaram claro, afinal, que a regulamentação do aborto não cabe ao governo federal, mas a cada um dos Estados da federação.

Biden também incentivou os eleitores a apoiarem o Partido Democrata nas eleições legislativas de 8 de novembro, quando serão eleitos 435 deputados e 35 dos 100 senadores. O intuito de Biden com a obtenção de maioria democrata é facilitar novas mudanças pró-aborto na legislação.

Católicos indignados com a incongruência de Biden no tocante à doutrina da Igreja estão pedindo medidas como que foram tomadas pelo arcebispo de San Francisco, dom Salvatore Cordileone, no tocante à presidente da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, que também se diz católica ao mesmo tempo em que milita energicamente em favor do aborto: o arcebispo a proibiu de receber a comunhão na arquidiocese de São Francisco até “repudiar publicamente o seu apoio ao aborto, confessar-se e receber a absolvição no Sacramento da Penitência por sua cooperação com este mal”.

Tags:
AbortoDoutrinaIdeologiaPolítica
Apoiar a Aleteia

Se você está lendo este artigo, é exatamente graças a sua generosidade e a de muitas outras pessoas como você, que tornam possível o projeto de evangelização da Aleteia. Aqui estão alguns números:

  • 20 milhões de usuários no mundo leem a Aleteia.org todos os meses.
  • Aleteia é publicada diariamente em sete idiomas: inglês, francês,  italiano, espanhol, português, polonês e esloveno
  • Todo mês, nossos leitores acessam mais de 50 milhões de páginas na Aleteia.
  • 4 milhões de pessoas seguem a Aleteia nas redes sociais.
  • A cada mês, nós publicamos 2.450 artigos e cerca de 40 vídeos.
  • Todo esse trabalho é realizado por 60 pessoas que trabalham em tempo integral, além de aproximadamente 400 outros colaboradores (articulistas, jornalistas, tradutores, fotógrafos…).

Como você pode imaginar, por trás desses números há um grande esforço. Precisamos do seu apoio para que possamos continuar oferecendo este serviço de evangelização a todos, independentemente de onde eles moram ou do quanto possam pagar.

Apoie Aleteia a partir de apenas $ 1 - leva apenas um minuto. Obrigado!

PT300x250.gif
Oração do dia
Festividade do dia





Envie suas intenções de oração à nossa rede de mosteiros


Top 10
Ver mais
Boletim
Receba Aleteia todo dia