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Como os mosteiros medievais sobreviveram aos ataques vikings

3 min de leitura
Escavações em Lyminge mostram como os mosteiros medievais sobreviveram aos ataques vikings

Crédito: Lyminge Archaeology | Twitter | Fair Use

Arqueólogos consideram que mosteiros ingleses eram mais resistentes do que se pensava anteriormente

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O mosteiro de Lyminge, no Reino Unido, é conhecido por ser um mosteiro real anglo-saxão. As pesquisas arqueológicas demonstram que se trata de um dos locais monásticos mais bem preservados em Kent, uma região onde o cristianismo ganhou posição na Inglaterra anglo-saxônica.

Devido à sua importância, foi insistentemente atacado pelos vikings, até que Alfredo, o Grande, obteve uma vitória decisiva na Batalha de Edington (878) e fez um acordo com os adversários, dividindo a Inglaterra entre territórios anglo-saxões e Danelaw, governado pelos vikings. Alfredo, que ainda supervisionou o processo de conversão do líder viking dinamarquês Guthrum ao cristianismo, logo se tornou o governante dominante na Inglaterra, vindo a retomar Londres dos ocupantes vikings.