A postura, as palavras, os olhares e a voz não são questões de marcas e fortunas: são sinais da verdadeira elegância
Onde está aquela “memória poética” descrita pelo gigante Milan Kundera como sendo o lugar que abriga e preserva tudo o que nos encantou, comoveu e que dá beleza à nossa vida? O que aconteceu com isso em nossa consciência coletiva? O desaparecimento dessa memória não é consequência do esquecimento nas nossas consciências pessoais?












