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Orações para rezar quando há risco de suicídio

© jazbeck / Flickr / CC
Joven entristecida con la mano en su rostro
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Invoque o poder de Deus para a sua vida e para aqueles a quem você ama

Deus onipotente,
que socorreis os desolados
e confortais os prisioneiros,
vede minha aflição
e manifestai vosso poder
para auxiliar-me.
Vencei o detestável inimigo
e fazei que, superada a presença do adversário,
eu possa recuperar a paz e a liberdade.
Assim, servindo-vos com sincera piedade,
possa confessar que Vós sois admirável
e manifestar a grandeza das vossas obras.
Por Cristo, nosso Senhor.
Amém.
 
Esta é a oração que os bispos colombianos propõem que os fiéis rezem, em privado, como uma das soluções para os numerosos suicídios registrados nos últimos meses no país. Você também pode rezá-la para pedir proteção para a sua vida e para a vida daqueles a quem você ama.
 
Outra oração que os padres e os fiéis podem rezar, especialmente após a Missa, é a oração a São Miguel Arcanjo:
 
São Miguel Arcanjo, 
protegei-nos no combate, 
defendei-nos com o vosso escudo 
contra as armadilhas 
e ciladas do demônio. 
Deus o submeta, 
instantemente o pedimos; 
e vós, Príncipe da milícia celeste, 
pelo divino poder, 
precipitai no inferno a Satanás 
e aos outros espíritos malignos 
que andam pelo mundo 
procurando perder as almas. 
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. 
Amém.
 
É indispensável que todos se unam para combater este mal social do suicídio, buscando soluções de unidade familiar, de educação com humanismo cristão, de justiça e saúde social, de equidade, de paz interior, de obras de solidariedade e caridade cristã, de bom uso das redes sociais.
 
Os bispos alertam que o maligno pretende infiltrar suas obras nos espaços existenciais que ocupamos, nas relações sociais, na mídia e na própria cultura que criamos.
 
“Em muitos casos de suicídio, constata-se uma relação com causas de origem satânica”, constatam. O demônio semeia divisão, inveja, ódio, guerra, morte.
 
Por isso, exortam os fiéis a afastar-se de lugares, ritos, músicas e símbolos satânicos, para não deixar que tais influências entrem em suas vidas.
 
E acrescentam: “A melhor maneira de fechar as portas ao demônio é viver em graça de Deus e proteger-se com as armas de Deus, mencionadas por São Paulo na Carta aos Efésios (6, 10-20): verdade, justiça, zelo pelo Evangelho da paz, escudo da fé, espada do Espírito, Palavra de Deus, oração.
 
O que a Igreja ensina sobre o suicídio
 
A vida é um bem a agradecer e defender. O Catecismo da Igreja Católica recorda uma verdade fundamental no número 2258: “A vida humana é sagrada porque, desde a sua origem, postula a ação criadora de Deus e mantém-se para sempre numa relação especial com o Criador, seu único fim. Só Deus é senhor da vida, desde o seu começo até ao seu termo: ninguém, em circunstância alguma, pode reivindicar o direito de dar a morte diretamente a um ser humano inocente”.
 
Um pouco mais adiante, o Catecismo destaca que somos administradores e não proprietários da vida que Deus nos deu. Não dispomos dela.
 
“O suicídio contraria a inclinação natural do ser humano para conservar e perpetuar a sua vida. É gravemente contrário ao justo amor de si mesmo. Ofende igualmente o amor do próximo, porque quebra injustamente os laços de solidariedade com as sociedades familiar, nacional e humana, em relação às quais temos obrigações a cumprir. O suicídio é contrário ao amor do Deus vivo”, afirma o número 2281 do Catecismo.
 
Os bispos lembram que os transtornos psíquicos graves e outras circunstâncias que levam ao suicídio diminuem a culpa do ato suicida.
 
E consideram indispensável cultivar as poderosas defesas que nos vêm da Confissão e da Eucaristia, da confiança em Deus, da intercessão de Nossa Senhora, São José, os santos e os anjos de Deus.