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Os 10 piores (mas populares) argumentos pró-aborto

Militantes pró-aborto

© Corinne Simon/Ciric

Reportagem local - publicado em 09/10/18

Professor de filosofia destaca raciocínios inconsistentes, mas que chegam a ser usados até para justificar o infanticídio

David Hershenov é professor de Filosofia na Universidade do Estado de Nova Iorque. É dele um importante artigo publicado originalmente em inglês em Public Discourse: Ethics, Law and the Common Good e, em sua tradução ao português, veiculado com permissão pelo site pró-vida Sempre Família.

Hershenov começa o texto descrevendo o ambiente pró-aborto que o rodeia:

“Há cerca de quinze anos, ensino os meus alunos a respeito da controvérsia em torno do aborto. A maioria deles defende o aborto. Eu discordo deles, mas o que mais me preocupa é a enorme fraqueza das razões que eles dão para justificar a sua posição. O seu raciocínio, se fosse seguido de forma consistente, justificaria facilmente até o infanticídio”.

Ele destaca, logo de cara, uma característica frequente da postura pró-aborto: o seu caráter de pré-conceito. De fato, muitos defensores do aborto, inclusive os mais “militantes”, apoiam a “causa” sem sequer terem estudado adequadamente o que está envolvido nesse ato de extermínio de uma vida:

“Meus alunos já definiram a sua posição antes mesmo de estudarem o lado pró-aborto do debate – nem falemos do lado pró-vida. Qualquer pessoa esperaria que eles tivessem refletido durante mais tempo e lido mais antes de matarem alguém”.

Em seguida, o professor elenca o que considera os dez piores “argumentos” pró-aborto, que, embora não sejam nem pretendem representar o que há de mais acadêmico no debate, são bastante “populares“.

1 – Supostos “direitos iguais” para transgredir a lei 2 – Os pró-vida “só se importam com quem ainda não nasceu” 3 – Os homens não podem ficar grávidos 4 – O peso da gestação e criação dos filhos não é distribuído igualmente 5 – A argumentação com motivação religiosa 6 – Os perigos do aborto clandestino 7 – Matar para evitar os ônus 8 – O bebê em gestação é “parte do corpo da gestante” 9 – A viabilidade do bebê 10 – A falta de horizonte de futuro

Obviamente, cada um desses dez argumentos, com a indicação das suas respectivas fragilidades lógicas, é abordado com breves e importantes considerações no texto do professor Hershenov. Para ler o seu artigo completo em português, acesse AQUI o site do Sempre Família.

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