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Estou grávida. E agora?

Pregnant woman standing in forrest an drelaxing
Pixabay
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Como lidar com o turbilhão de emoções e preocupações que vem junto com o "positivo"

A infinita sabedoria de Deus concede ao corpo feminino a capacidade de conceber e também uma grande quantidade de hormônios para que esteja apto a abrigar e manter o desenvolvimento desta nova vida. Esses hormônios são os principais responsáveis pela diversidade de emoções que uma gestante experimenta. É por isso que nós, mães, começamos a imaginar como será “do ‘positivo’ em diante”, e mesmo que este bebê tenha sido esperado para aquele momento, todas, em maior ou menor grau, temos medos e preocupações comuns que, se não forem bem direcionados, podem tornar a gestação difícil. Vamos ver alguns deles?

Insegurança com as mudanças na vida

Rotina, hábitos, espaços – em casa ou no trabalho – adequações às novas necessidades; mudanças no corpo, mentalidade, prioridades. Tudo isso faz gerar inseguranças, ou a quebra de falsas seguranças: que dificuldades encontrarei no meu trabalho? Como serei vista pelo meu esposo? A gravidez interferirá no nosso relacionamento conjugal?

Lembre-se: gravidez não é doença, é um estado de atenção, mas natural! Pode ser que seja difícil em alguns momentos, mas a gestante, como qualquer ser humano no âmbito profissional, deve ser tratada como pessoa e não como uma máquina, e ser respeitada nesta condição. Há situações de saúde que podem exigir repouso e afastamento do trabalho. Você não deve se culpar nem se desesperar se isso ocorrer, pois há leis que lhe garantem cobertura neste tempo para que você se dedique aos cuidados necessários.

Sobre seu esposo: assim como para o trabalho você não é uma máquina, para ele – e para você mesma – você não é apenas o corpo, mas uma pessoa que, com toda a sua história de vida, virtudes, defeitos e demais características, é única e irrepetível, e por isso ele a escolheu para trilharem a jornada da vida juntos. Mudanças fazem parte deste caminhar e a clareza do sentido matrimonial os ajudará a viver esta fase com compreensão e alegria.

A saúde do bebê

Desde o ventre, você já estará preocupada com o que comer e beber ou não, e o quanto alguma deficiência de saúde pode afetar o seu bebê. Neste momento, o envolvimento do esposo nos cuidados com a gestação se torna muito importante, tanto como suporte para você, quanto como para fomentar o diálogo e a partilha dos dois. Assim, juntos, decidem os cuidados a tomar e a “listinha” de perguntas a serem feitas ao obstetra. Se há outros filhos, eles também já devem ser “treinados” a cuidarem do irmãozinho desde já, na medida da sua compreensão e possibilidades. Outros membros da família também são importantes nesse apoio, desde que respeitem limites e decisões próprias e exclusivas do casal.

O parto

É o medo principal, seja das mamães de primeira viagem ou das mais experientes. Independentemente dos motivos, talvez as coisas não sejam exatamente como se sonhou. Mas nossa condição feminina nos garante que “dar à luz faz parte da nossa natureza” e esta é a primeira afirmação que você deve repetir ao se deparar com este medo. Cuide-se bem e se prepare para este grande momento. O que vier a mudar dos seus planos será para que tudo transcorra bem e você esteja com seu bebezinho nos braços da forma mais segura possível. Você é capaz!

Há outros medos, como por exemplo, quando a gravidez ocorre num momento de instabilidade familiar ou até mesmo fora deste ambiente. Independente do contexto, é importante frisar que todos nós que temos uma gestante próxima, temos a responsabilidade – familiar e social – de ampará-la e encorajá-la a viver este momento da maneira mais natural possível. Certos comentários devem ser abolidos de nossos diálogos e pensamento, se não condizem com nossa missão de defensores da vida.

O Catecismo nos diz o seguinte: “chamados a dar a vida, os esposos participam do poder criador e da paternidade de Deus.” (nº 2367). Então, se você está grávida, meus parabéns! Deus a chamou a participar da criação com Ele. Tranquilize-se, informe-se, cuide-se e confie-se aos cuidados maternais da Virgem Maria que, sem ter planejado, recebeu a Salvação de todos nós em Seu ventre sagrado!

Nossa Senhora do Bom Parto, rogai por nós!

Por Michelle de Oliveira Ferreira, via A12.com

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