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A celebração do poderoso Santíssimo Nome de Jesus

JESUS VISITS THE APOSTLES
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A liturgia da Igreja dedica o dia 3 de janeiro a esta profunda e transformadora devoção

A Igreja celebra em 3 de janeiro o dia do Santíssimo Nome de Jesus, que começou a ser venerado na liturgia do século XIV, propagado em especial por São Bernardino de Sena, que dizia:

“Este é aquele santíssimo nome desejado pelos patriarcas, esperado com ansiedade, suplicado com gemidos, invocado com suspiros, requerido com lágrimas, dado ao chegar a plenitude da graça”.

São Bernardino tinha particular apreço por uma pequena imagem que mostrava a Eucaristia emitindo raios de luz e em cujo centro apareciam as letras “IHS”, que são as três primeiras do Nome de Jesus em grego.

A propósito: o nome Jesus vem do latim “Iésus”, procedente do grego “Iesous”, que, por sua vez, se origina do hebraico “Jeshua” ou “Joshua”, duas variantes da expressão “Jehoshua”, que quer dizer “Deus é Salvação“.

O monograma grego IHS acabou sendo depois interpretado devocionalmente não mais como as três letras iniciais do Nome de Jesus, mas sim como uma sigla em latim: “I” como Iésus (Jesus); “H” como Hóminum (dos homens) e “S” como Salvátor (Salvador), ou seja, “Iésus Hóminum Salvátor“, “Jesus Salvador dos Homens“.

Santo Inácio de Loyola adotou o monograma como emblema dos padres jesuítas.

Alguns frutos da confiante invocação do Nome de Jesus

  • Oferece ajuda nas necessidades corporais, segundo a promessa de Cristo: “Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome, falarão novas línguas, manusearão serpentes e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados” (Mc 16,17-18).
  • No Nome de Jesus, os Apóstolos deram força aos aleijados (At 3,6; 9,34) e vida aos mortos (At 9,40).
  • Dá confiança nas provações espirituais. O Nome de Jesus recorda ao pecador o “pai do filho pródigo” e o bom samaritano; ao justo, recorda o sofrimento e a morte do inocente Cordeiro de Deus.
  • Protege-nos de Satanás e de suas artimanhas, pois o diabo teme ao Nome de Jesus, quem o venceu na Cruz.
  • No Nome de Jesus, obtemos toda bênção e graça no tempo e na eternidade, pois Cristo disse: “O que pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo dará” (Jo 16,23). A Igreja costuma terminar as suas orações com as palavras “Por Jesus Cristo, nosso Senhor”, cumprindo assim o que escreveu São Paulo: “Para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos” (Fl 2,10).

A Invocação ao Nome de Jesus

A “Oração a Jesus“ ou “Invocação ao Nome de Jesus“ é uma prece antiquíssima, cuja popularização contou com grande influência dos Padres do Deserto. Uma primeira forma desta oração foi mencionada por São Diádoco de Foticeia, monge asceta da Grécia no início do século V. A prece foi depois inserida na coletânea de textos espirituais conhecida como Filocalia (ou Philokalia), que veio a se tornar um livro básico da tradição cristã oriental, tornando-se muito popular nas igrejas ortodoxas, particularmente na Rússia, onde foi ainda mais difundida por outro clássico da literatura espiritual: Relatos de um Peregrino Russo, do século XIX.

É uma simples e riquíssima tradição, focada em Jesus e na Sua misericórdia. Estas são algumas das várias formas diferentes de fazer a mesma prece:

Senhor Jesus Cristo, tende piedade de mim!

Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tende piedade de mim, pecador!

Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus, tende piedade de nós, pecadores!

Jesus Cristo, Filho de Deus, Senhor, tende piedade de nós, pecadores!

Senhor Jesus, misericórdia!

Para saber mais sobre a história e o poder desta prece tão singela, não perca o seguinte artigo:

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Com informações a partir de matéria da ACI Digital