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Redação da Aleteia

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92 cientistas italianos assinam carta questionando catastrofismo climático

ALASKA CLIMATE CHANGE
Berkeley Lab | CC
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Eles afirmam que existe manipulação midiática em torno à divulgação das verdadeiras causas dos períodos de mudanças climáticas no planeta

Uma das grandes polêmicas discutidas pela assim chamada “sociedade global” desta nossa época gira em torno da identificação das verdadeiras causas das alterações climáticas presenciadas ao longo de diversos períodos da história do planeta.

Para um “lado” do debate, as causas são predominantemente naturais, dado que existem ciclos de alterações climáticas que se alternam ao longo dos séculos; para o outro “lado” da discussão, a causa fundamental da atual mudança climática é o homem, especificamente por emitir poluentes na atmosfera em decorrência da sua ação econômica predatória.

Nesse ringue, a mídia tem feito um papel amplamente questionado: é acusada, basicamente, de não informar o público de modo completo e imparcial, mas sim de tomar partido, ideologicamente, do lado do debate que atribui as mudanças prioritariamente às ações do homem.

Diante de um cenário descrito por eles próprios como de “pressão propagandística“, 92 profissionais italianos, entre cientistas, professores e pesquisadores, acabam de apresentar aos poderes executivo e legislativo da Itália uma petição em que negam a narrativa midiática segundo a qual a comunidade científica manteria um “consenso” favorável à tese que atribui ao homem as causas do aquecimento global.

Os signatários da petição, entre os quais há geólogos, geofísicos, astrofísicos, climatologistas, meteorologistas e pesquisadores de diversas áreas científicas, afirmam que a tese de que a origem do aquecimento global é antrópica (ou seja, ligada preponderantemente ao homem) se baseia em modelos computacionais comprovadamente incapazes de reproduzir o clima do passado e que não conseguiram prever sequer o clima dos últimos vinte anos.

Considerando este fato, eles apelam aos deputados, senadores, ministros e ao presidente da República italiana para que evitem o que chamam de “ilusória pretensão de governar o clima“, alegando que as políticas com tais pretensões dificultam o acesso da humanidade ao fornecimento adequado de energia.

Por se tratar de um tema atual e complexo, envolto em guerra de narrativas, reproduzimos a seguir a petição publicada por esse grupo italiano para que os leitores de Aleteia disponham de mais elementos para a sua própria análise do assunto. O tema é de direto interesse católico porque envolve não apenas a nossa responsabilidade pelo cuidado da criação, mas também as implicações, para a liberdade humana, de políticas implementadas com base em versões ideológicas de recortes da realidade.

A petição original em italiano pode ser consultada em La Nuova Bussola Quotidiana.

*

Ao Presidente da República
Ao Presidente do Senado
Ao Presidente da Câmara dos Deputados
Ao Presidente do Conselho

PETIÇÃO SOBRE O AQUECIMENTO GLOBAL ANTRÓPICO

Os abaixo-assinados, cidadãos e cientistas, dirigem aos líderes políticos um caloroso convite a adotarem políticas de proteção do ambiente compatíveis com o conhecimento científico. Em particular, é urgente combater a poluição onde ela ocorre, de acordo com as indicações da melhor ciência. A tal propósito, é deplorável o atraso com que se emprega o patrimônio de conhecimentos disponibilizados pelo mundo da pesquisa e voltados a reduzir a emissão antrópica de poluentes, vastamente presentes tanto nos sistemas ambientais continentais quanto nos marinhos.

No entanto, precisamos estar cientes de que o dióxido de carbono em si mesmo não é um agente poluente. Pelo contrário: é indispensável à vida em nosso planeta.

Espalhou-se nas últimas décadas a tese de que o aquecimento da superfície da Terra em cerca de 0,9°C observado a partir de 1850 seria anômalo e causado exclusivamente pelas atividades antrópicas, em particular pela emissão de CO2 procedente do uso de combustíveis fósseis. Esta é a tese do aquecimento global antrópico promovida pelo Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática (IPCC), da Organização das Nações Unidas, cujas consequências seriam mudanças ambientais tão graves que acarretariam enormes danos num futuro iminente se não forem adotadas, com urgência, medidas drásticas e custosas de mitigação. A este propósito, numerosas nações de todo o mundo aderiram a programas de redução das emissões de dióxido de carbono e vêm sofrendo pesada pressão propagandística para adotarem programas cada vez mais exigentes, cuja implementação, severamente onerosa para a economia de cada um desses países, seria imprescindível para controlar o clima e, por conseguinte, “salvar” o planeta.

A origem antrópica do aquecimento global, porém, é uma hipótese não comprovada, deduzida apenas de alguns modelos climáticos, ou seja, complexos programas de computador chamados Modelos de Circulação Geral. Já a literatura científica vem evidenciando cada vez mais a existência de uma variabilidade climática natural que os modelos não conseguem reproduzir. Essa variabilidade natural explica uma parte consistente do aquecimento global observado desde 1850. A responsabilidade antrópica pelas mudanças climáticas observadas no último século, portanto, é injustificadamente exagerada e as previsões catastróficas não são realistas.

O clima é o sistema mais complexo do nosso planeta, razão pela qual é preciso encará-lo com métodos adequados e coerentes com o seu nível de complexidade. Os modelos de simulação climática não reproduzem a observada variabilidade natural do clima e, em particular, não reconstroem os períodos quentes dos últimos 10.000 anos. Tais períodos se repetiram aproximadamente a cada mil anos e incluem o bem conhecido Período Quente Medieval, o Período Quente Romano e em geral amplos períodos quentes durante o chamado Ótimo Climático do Holoceno. Esses períodos do passado foram inclusive mais quentes que o período presente, embora a concentração de CO2 fosse mais baixa que a atual, estando relacionados com os ciclos milenares da atividade solar. Esses efeitos não são reproduzidos pelos modelos.

Deve-se recordar que o aquecimento observado a partir de 1900 até hoje começou na verdade em 1700, ou seja, no mínimo da Pequena Era do Gelo, o período mais frio dos últimos 10.000 anos (correspondente ao mínimo milenar de atividade solar que os astrofísicos chamam de Mínimo Solar de Maunder). Desde então até agora, aumentou a atividade solar, seguindo o seu ciclo milenar e aquecendo a superfície terrestre. Além disso, os modelos não conseguem reproduzir as conhecidas oscilações climáticas de cerca de 60 anos. Elas foram responsáveis, a título de exemplo, por um período de aquecimento (1850-1880) seguido por um de resfriamento (1880-1910), por outro de aquecimento (1910-40), por mais um resfriamento (1940-70) e por um novo período de aquecimento (1970-2000), semelhante ao observado 60 anos antes. Os anos seguintes (2000-2019) testemunharam não o aumento previsto pelos modelos de cerca de 0,2ºC por década, mas sim uma substancial estabilidade climática esporadicamente interrompida pelas rápidas oscilações naturais do Oceano Pacífico equatorial, conhecidas como Oscilações Meridionais El Niño, como a que levou ao aquecimento momentâneo entre 2015 e 2016.

Os órgãos de informação também afirmam que os eventos extremos, como furacões e ciclones, têm aumentado de modo preocupante. Esses eventos, como muitos sistemas climáticos, são modulados pelo já mencionado ciclo de 60 anos. Se considerarmos, por exemplo, os dados oficiais desde 1880 sobre os ciclones atlânticos tropicais que atingiram a América do Norte, percebe-se neles uma forte oscilação de 60 anos, correlacionada com a oscilação térmica do Oceano Atlântico denominada Oscilação Multidecadal Atlântica. Os picos observados por década são compatíveis entre si nos anos 1880-90, 1940-50 e 1995-2005. De 2005 a 2015, o número de ciclones diminuiu seguindo precisamente o ciclo supracitado. Logo, no período 1880-2015, não há correlação alguma entre o número de ciclones (que oscila) e o CO2 (que aumenta monotonicamente).

O sistema climático ainda não é compreendido suficientemente. Mesmo sendo verdade que o CO2 é um gás de efeito estufa, o próprio IPCC observa que a sensibilidade climática ao seu aumento na atmosfera ainda é extremamente incerta. Estima-se que dobrar a concentração de CO2 atmosférico dos cerca de 300 ppm da era pré-industrial para 600 ppm possa elevar a temperatura média do planeta de um mínimo de 1ºC para um máximo de 5ºC. Esta incerteza é enorme. Em todo caso, muitos estudos recentes baseados em dados experimentais estimam que a sensibilidade climática ao CO2 seja notavelmente mais baixa que a estimada pelos modelos IPCC.

Por conseguinte, não é cientificamente realista atribuir ao homem a responsabilidade pelo aquecimento observado a partir do século passado até hoje. As previsões alarmistas que foram aventadas, portanto, não são credíveis, por se basearem em modelos cujos resultados estão em contradição com os dados experimentais. Todas as evidências sugerem que esses modelos superestimam a contribuição antrópica e subestimam a variabilidade climática natural, especialmente a que é induzida pelo sol, pela lua e pelas oscilações oceânicas.

Finalmente, os meios de informação divulgam a mensagem de que, no tocante à causa antrópica da atual mudança climática, haveria um quase unânime consenso entre os cientistas e que, portanto, o debate científico estaria encerrado. No entanto, é preciso que se esteja ciente, antes de tudo, que o método científico impõe que sejam os fatos, e não o número de adeptos, o que leve uma conjectura a se tornar uma teoria científica consolidada.

Como quer que seja, o suposto consenso não subsiste. Há uma notável variabilidade de opiniões entre os especialistas – climatologistas, meteorologistas, geólogos, geofísicos, astrofísicos -, muitos dos quais reconhecem uma contribuição natural relevante para o aquecimento global observado a partir do período pré-industrial e também do pós-guerra até hoje.

Houve ainda petições subscritas por milhares de cientistas que expressaram discordância quanto à conjectura do aquecimento global antrópico. Entre elas, recordam-se a que foi promovida em 2007 pelo físico F. Seitz, ex-presidente da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, e a promovida pelo Painel Internacional Não-Governamental sobre Mudança Climática (NIPCC), cujo relatório de 2009 conclui que “a natureza, e não a atividade do homem, é que governa o clima”.

Em conclusão, dada a crucial importância dos combustíveis fósseis para o fornecimento energético à humanidade, sugerimos não aderir a políticas de redução acrítica da emissão de dióxido de carbono na atmosfera com a ilusória pretensão de governar o clima.

Roma, 17 de junho de 2019

 

COMITÊ PROMOTOR

1. Uberto Crescenti, Professor Emérito de Geologia Aplicada, Universidade G. D’Annunzio, Chieti-Pescara, ex-Reitor e Presidente da Sociedade Geológica Italiana.
2. Giuliano Panza, professor de sismologia, Universidade de Trieste, Acadêmico dos Linces e da Academia Nacional de Ciências, conhecida como dos XL, Prêmio Internacional 2018 da American Geophysical Union.
3. Alberto Prestininzi, Professor de Geologia Aplicada, Universidade La Sapienza, Roma, ex-Editor-Chefe Científico da revista internacional IJEGE e Diretor do Centro de Pesquisa de Previsão e Controle de Riscos Geológicos.
4. Franco Prodi, Professor de Física da Atmosfera, Universidade de Ferrara.
5. Franco Battaglia, Professor de Química Física, Universidade de Modena; Movimento Galileo 2001.
6. Mario Giaccio, Professor de Tecnologia e Economia de Fontes de Energia, Universidade G. D’Annunzio, Chieti-Pescara, ex-Reitor da Faculdade de Economia.
7. Enrico Miccadei, Professor de Geografia Física e Geomorfologia, Universidade G. D’Annunzio, Chieti-Pescara
8. Nicola Scafetta, Professora de Física Atmosférica e Oceanografia, Universidade Federico II, Nápoles.

Signatários

9. Antonino Zichichi, Professor Emérito de Física, Universidade de Bolonha, Fundador e Presidente do Centro de Cultura Científica Ettore Majorana de Erice.
10. Renato Angelo Ricci, Professor Emérito de Física, Universidade de Pádua, Ex-Presidente da Sociedade Italiana de Física e da Sociedade Europeia de Física; Movimento Galileo 2001.
11. Aurelio Misiti, Professor de Engenharia de Saúde Ambiental, Universidade La Sapienza de Roma, ex-Reitor da Faculdade de Engenharia, ex-Presidente do Conselho Superior de Obras Públicas.
12. Antonio Brambati, Professor de Sedimentologia, Universidade de Trieste, Responsável pelo Projeto Paleoclima-Mare PNRA, ex-Presidente da Comissão Nacional de Oceanografia.
13. Cesare Barbieri, Professor Emérito de Astronomia, Universidade de Pádua.
14. Sergio Bartalucci, Físico, Presidente da Associação de Cientistas e Tecnólogos pela Pesquisa Italiana.
15. Antonio Bianchini, Professor de Astronomia, Universidade de Pádua.
16. Paolo Bonifazi, ex-Diretor do Instituto de Física do Espaço Interplanetário, Instituto Nacional de Astrofísica.
17. Francesca Bozzano, Professora de Geologia Aplicada, Universidade La Sapienza de Roma, Diretora do Centro de Pesquisas CERI.
18. Marcello Buccolini, Professor de Geomorfologia, Universidade G. D’Annunzio, Chieti-Pescara.
19. Paolo Budetta, Professor de Geologia Aplicada, Universidade de Nápoles.
20. Monia Calista, Pesquisadora em Geologia Aplicada, Universidade G. D’Annunzio, Chieti-Pescara.
21. Giovanni Carboni, Professor de Física, Universidade Tor Vergata, Roma; Movimento Galileo 2001.
22. Franco Casali, Professor de Física, Universidade de Bolonha e Academia de Ciências de Bolonha.
23. Giuliano Ceradelli, Engenheiro e Climatologista, ALDAI.
24. Domenico Corradini, Professor de Geologia Histórica, Universidade de Modena.
25. Fulvio Crisciani, Professor de Dinâmica Geofísica de Fluidos, Universidade de Trieste e Instituto de Ciências Marinhas, Cnr, Trieste.
26. Carlo Esposito, Professor de Sensoriamento Remoto, Universidade La Sapienza, Roma.
27. Mario Floris, Professor de Sensoriamento Remoto, Universidade de Pádua.
28. Gianni Fochi, Químico, Escola Normal Superior de Pisa; jornalista científico.
29. Mario Gaeta, Professor de Vulcanologia, Universidade La Sapienza, Roma.
30. Giuseppe Gambolati, Professor de Métodos Numéricos, Universidade de Pádua; membro da União Geofísica Americana.
31. Rinaldo Genevois, Professor de Geologia Aplicada, Universidade de Pádua.
32. Carlo Lombardi, Professor de Usinas Nucleares, Politécnico de Milão.
33. Luigi Marino, Geólogo, Centro de Pesquisa em Previsões e Controle de Riscos Geológicos, Universidade La Sapienza, Roma.
34. Salvatore Martino, Professor de Microzonização Sísmica, Universidade La Sapienza, Roma.
35. Paolo Mazzanti, Professor de Interferometria Satelital, Universidade La Sapienza, Roma.
36. Adriano Mazzarella, Professor de Meteorologia e Climatologia, Universidade de Nápoles.
37. Carlo Merli, Professor de Tecnologias Ambientais, Universidade La Sapienza, Roma.
38. Alberto Mirandola, Professor de Energética Aplicada e Presidente do Doutorado em Pesquisa Energética, Universidade de Pádua.
39. Renzo Mosetti, Professor de Oceanografia, Universidade de Trieste, ex-Diretor do Departamento de Oceanografia do Istituto OGS, Trieste.
40. Daniela Novembre , Pesquisadora em Georrecursos Minerais e Aplicações Mineralógicas-Petrográficas, Universidade G. D’Annunzio, Chieti-Pescara.
41. Sergio Ortolani , Professor de Astronomia e Astrofísica, Universidade de Pádua
42. Antonio Pasculli, Pesquisador em Geologia Aplicada, Universidade G. D’Annunzio, Chieti-Pescara.
43. Ernesto Pedrocchi, Professor Emérito de Energética, Politécnico de Milão.
44. Tommaso Piacentini, Professor de Geografia Física e Geomorfologia, Universidade G. D’Annunzio, Chieti-Pescara.
45. Guido Possa , Engenheiro Nuclear, ex-Vice-Ministro Miur.
46. Mario Luigi Rainone, Professor de Geologia Aplicada, Universidade de Chieti-Pescara.
47. Francesca Quercia, Geóloga, Diretora de Pesquisa, Ispra.
48. Giancarlo Ruocco, Professor de Estrutura da Matéria, Universidade La Sapienza, Roma.
49. Sergio Rusi , Professor de Hidrogeologia, Universidade G. D’Annunzio, Chieti-Pescara.
50. Massimo Salleolini, Professor de Hidrogeologia Aplicada e Hidrologia Ambiental, Universidade de Siena.
51. Emanuele Scalcione, Diretor do Serviço Agrometeorológico Regional Alsia, Basilicata.
52. Nicola Sciarra, Professora de Geologia Aplicada, Universidade G. D’Annunzio, Chieti-Pescara.
53. Leonello Serva, Geólogo, Diretor de Serviços Geológicos da Itália; Movimento Galileo 2001.
54. Luigi Stedile, Geólogo, Centro de Pesquisa em Revisão e Controle de Riscos Geológicos, Universidade La Sapienza, Roma.
55. Giorgio Trenta, Físico e Médico, Presidente Emérito da Associação Italiana de Radioproteção Médica; Movimento Galileo 2001.
56. Gianluca Valenzise, Diretor de Pesquisa, Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia, Roma.
57. Corrado Venturini, Professor de Geologia Estrutural, Universidade de Bolonha.
58. Franco Zavatti, Pesquisador de Astronomia, Universidade de Bolonha.
59. Achille Balduzzi, Geólogo, Agip-Eni.
60. Claudio Borri, Professor de Ciências da Construção, Universidade de Florença; Coordenador do Doutorado Internacional em Engenharia Civil.
61. Pino Cippitelli, Geólogo, Agip-Eni.
62. Franco Di Cesare, Executivo, Agip-Eni.
63. Serena Doria, Pesquisadora de Probabilidade e Estatística Matemática, Universidade G. D’Annunzio, Chieti-Pescara.
64. Enzo Siviero, Professor de Engenharia Civil, Universidade de Veneza; Reitor da Universidade e-Campus.
65. Pietro Agostini, Engenheiro, Associação de Cientistas e Tecnólogos para a Pesquisa Italiana.
66. Donato Barone, Engenheiro.
67. Roberto Bonucchi, Professor.
68. Gianfranco Brignoli, Geólogo.
69. Alessandro Chiaudani, Ph.D. Agrônomo, Universidade G. D’Annunzio, Chieti-Pescara.
70. Antonio Clemente, Pesquisador em Planeamento Urbanístico, Universidade G. D’Annunzio, Chieti-Pescara.
71. Luigi Fressoia, Arquiteto e Urbanista, Perugia.
72. Sabino Gallo, Engenheiro Nuclear.
73. Daniela Giannessi, Primeira Pesquisadora, Ipcf-Cnr, Pisa.
74. Roberto Grassi, Engenheiro, Diretor G&G, Roma.
75. Alberto Lagi, Engenheiro, Presidente da Società Ripristino Impianti Complessi Danneggiati.
76. Luciano Lepori, Pesquisador Ipcf-Cnr, Pisa.
77. Roberto Madrigali, Meteorologista.
78. Ludovica Manusardi, Física Nuclear e Jornalista Científica, Ugis.
79. Maria Massullo, Tecnóloga, Enea Casaccia, Roma.
80. Enrico Matteoli, Primeiro Pesquisador, Ipcf-Cnr, Pisa.
81. Gabriella Mincione, Professora de Ciências e Técnicas de Medicina Laboratorial, Universidade G. D’Annunzio, Chieti-Pescara.
82. Massimo Pallotta, Primeiro Tecnólogo, Instituto Nacional de Física Nuclear.
83. Enzo Pennetta, Professor de Ciências Naturais e Divulgador Científico.
84. Franco Puglia, Engenheiro, Presidente CCC, Milão.
85. Nunzia Radatti, Química, Sogin.
86. Vincenzo Romanello, Engenheiro Nuclear, Centro de Pesquisa, Rez, República Tcheca.
87. Alberto Rota, Engenheiro, Pesquisador Cise e Enel.
88. Massimo Sepielli, Diretor de Pesquisa, Enea, Roma.
89. Ugo Spezia, Engenheiro, Gerente de Segurança Industrial, Sogin; Movimento Galileo 2001.
90. Emilio Stefani, Professor de Patologia Vegetal, Universidade de Modena.
91. Umberto Tirelli, Cientista Sênior, Instituto do Câncer de Aviano; Movimento Galileo 2001.
92. Roberto Vacca, Engenheiro e Escritor Científico.

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