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Hoje faz 15 anos que faleceu a Irmã Lúcia, vidente de Fátima

João Paulo II e Irmã Lúcia
©CPP I Ciric
13 de maio de 1982: Papa João Paulo II se encontra com Irmã Lúcia durante visita ao Santuário de Fátima.
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Ela foi a mais longeva das três crianças que viram Nossa Senhora: seus primos São Francisco e Santa Jacinta Marto faleceram ainda na infância

Em 13 de fevereiro de 2005 partia para a Casa do Pai a última vidente viva de Nossa Senhora de Fátima, a Serva de Deus Irmã Maria Lúcia de Jesus e do Coração Imaculado, conhecida apenas como Irmã Lúcia. Os outros dois videntes eram os irmãozinhos São Francisco Marto e Santa Jacinta Marto, falecidos ainda crianças e já canonizados pelo Papa Francisco.

História de vida

Lúcia Rosa dos Santos nasceu em Aljustrel no dia 28 de março de 1907 e foi batizada dois dias depois.

Em 1915, conforme ela própria conta em suas Memórias, começou a ter visões de uma espécie de nuvem em forma humana, em três ocasiões, quando estava junto de algumas amigas.

Em 1916, Lúcia e os primos Francisco e Jacinta receberam as primeiras manifestações do Anjo de Portugal.

Em 13 de maio de 1917, começaram as aparições de Nossa Senhora aos três pastorinhos, que passaram a rezar o terço todos os dias e a oferecer sacrifícios pelos pecadores. Durante seis meses, todo dia 13, eles voltavam ao local das aparições, que se estenderam até 13 de outubro. As três crianças sofreram nesse período uma sobrecarga de questionamentos e acusações de falsidade, chegando até a serem presos apesar da idade. Eles, porém, jamais deixaram de reafirmar as mensagens recebidas de Nossa Senhora de Fátima.

Depois da última aparição, a de 13 de outubro de 1917, Lúcia foi aconselhada pelo bispo de Leiria, dom José Alves Correia da Silva, a se retirar no Asilo de Vilar. Em 5 de janeiro de 1922, ela escreveu seu primeiro relato das aparições. Em 8 de julho de 1924, foi oficialmente interrogada pela Comissão Canônica Diocesana nomeada por dom José Alves para investigar os relatos das aparições de Fátima.

Em 1925, Lúcia entrou na congregação de Santa Doroteia, na Espanha, e, anos depois, em 1948, ingressou no Carmelo de Coimbra para se tornar freira de clausura e se dedicar ainda mais profundamente à oração e ao sacrifício. Foi quando tomou o nome religioso de Irmã Maria Lúcia de Jesus e do Coração Imaculado. Ela permaneceu no carmelo até falecer, em 13 de fevereiro de 2005. Seus restos mortais estão sepultados na Basílica de Nossa Senhora do Rosário, no Santuário de Fátima.

Processo de beatificação e canonização

Em 3 de fevereiro de 2008, o cardeal José Saraiva Martins, então prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, anunciou para o caso da Irmã Lúcia a dispensa do período canônico de espera de 5 anos para a abertura do processo de beatificação, com autorização do Papa Bento XVI.

A fase diocesana do processo foi aberta em 30 de abril daquele mesmo ano e encerrada em 13 de fevereiro de 2017, transferindo-se então o processo de canonização à direta competência da Santa Sé.

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